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A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E A SAÚDE

O segundo turno das eleições 2018 acontece dia 28 de outubro e a margem de escolha agora é reduzida. Por isso é sempre interessante conhecer um pouquinho mais sobre os dois candidatos à presidência da república. Além de cidadãos comuns, trabalhamos no segmento de saúde, por isso devemos ter uma ideia do que eles pretendem para esta área tão vital.

Jair Bolsonaro: afirma que o Prontuário Eletrônico Nacional Interligado será o pilar de uma saúde na base informatizada. Segundo a proposta, os postos, ambulatórios e hospitais devem ser informatizados com todos os dados do atendimento, além de registrar o grau de satisfação do paciente ou do responsável. Os agentes comunitários de saúde serão treinados para se tornarem técnicos de saúde preventiva para auxiliar no controle de doenças frequentes. Profissionais de educação física serão incluídos no Programa Saúde da Família, com o objetivo de ativar as academias ao ar livre como meio de combater o sedentarismo e a obesidade.

Fernando Haddad: propõe a meta de chegar à proporção de investimento de 6% do Produto Interno Brito (PIB) e criar a rede de Clínicas de Especialidades Médicas, em todas as regiões de saúde, que articularão a atenção básica com cuidados especializados para atender à demanda de consultas, exames e cirurgias de média complexidade. Garante que programas como o Mais Médicos, Saúde da Família, SAMU e Farmácia Popular terão novamente todo apoio da União.

Para que o Brasil tenha boas condições de saúde todas as pessoas devem ter acesso ao básico, e básico em questão de saúde é ter acesso aos protocolos terapêuticos mais atualizados, atendimento com respeito e dignidade, sem ter que passar pelo desespero de esperar meses ou anos aguardando uma consulta para diagnóstico, exames e tratamento. Tudo isso sem ter que passar pela humilhação de ser colocada em condições sub-humanas nos corredores de um PS lotado e sem estrutura humana e terapêutica.

Não queremos muito, queremos apenas ter dignidade e aquilo que temos o direito de ter, afinal somos bons pagadores de impostos!

(Fontes: Revista Guia da Farmácia, edição 311; Tribunal Superior Eleitoral)