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Atualizado: 1 hora 20 minutos atrás

Basta ao feminicídio!

qua, 13/03/2019 - 15:42
Conselho Nacioanl de Justiça - CNJ
Parem de matar as mulheres

O número de casos de feminicídio que chegam ao Poder Judiciário tem aumentado a cada ano. Em 2018, o aumento foi de 34% em relação a 2016, passando de 3.339 casos para 4.461. São casos de assassinato cometido contra a mulher, considerado crime hediondo e tipificado pela Lei n. 13.104/2015, pela condição de ser mulher.

Raia Drogasil compra Onofre e cria gigante de farmácias

ter, 12/03/2019 - 10:53

Fonte/Imagem: ExameA rede de farmácias Raia Drogasil anunciou no fim da tarde desta terça-feira que comprou a rede de farmácias Onofre, controlada pela americana CVS no Brasil. As conversas entre as duas companhias começaram poucos dias antes do Natal, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. A CVS chegou a oferecer a rede para companhias brasileiras. No pregão desta terça-feira, as ações da Raia Drogasil subiram 3,3% na B3.
O negócio uniu a maior rede de farmácias do país a uma companhia focada em São Paulo, que vinha investindo pesado na operação online nos últimos anos. Com 50 unidades, sendo 47 em São Paulo, a Onofre era a primeira investida da CVS fora dos Estados Unidos. A gigante americana faturou cerca de 200 bilhões de dólares no ano passado. A Onofre foi comprada pela CVS em 2013, por cerca de 700 milhões de reais. Mas a empresa ficou pequena para o tamanho dos desafios no mercado brasileiro.
Fundada em 1934 no Rio de Janeiro, a Onofre foi administrada pela família fundadora, a Arede, até a venda. Sob comando americano, enquanto as concorrentes disputavam os bons pontos disponíveis para abrir centenas de lojas, a Onofre passou por uma reestruturação nos últimos anos. Revisou processos, trocou equipe, mudou o interior e a marca das lojas e reforçou seu foco em vendas online e oferta de serviços — nos EUA, as unidades da CVS aplicam até vacinas. Em 2018, metade das vendas da varejista passaram a vir da internet.

A compra foi cercada por polêmicas. A CVS a questionou o valor do acordo, de 670 milhões de reais por 80% da rede. Quando algumas parcelas deixaram de ser pagas, em 2016, a família Arede entrou com um processo de arbitragem na Câmara de Comércio Brasil–Canadá contra a CVS. A Onofre nunca confirmou a arbitragem.
Enquanto isso, o mercado de farmácia crescia alucinadamente, puxado pela Raia Drogasil. De 2012 para cá, as receitas do setor aumentaram 62%. A Raia Drogasil passou de 864 para 1.825 lojas no período, e viu suas receitas passarem de 6 para 15,5 bilhões de reais em 2018, alta de 12%. O lucro no ano passado foi de 548,6 milhões de reais, crescimento de 7%. A participação de mercado da Raia Drogasil é de 12,9%. A segunda colocada do setor é a Pacheco São Paulo, que dobrou de tamanho em cinco anos, para 10 bilhões de reais.

Pague Menos inaugura a maior farmácia das Américas

ter, 12/03/2019 - 10:45

Fonte/Imagem: Guia da Farmácia
Fortaleza (CE), cidade de origem da rede Pague Menos, foi a escolhida para receber a loja número mil da única varejista farmacêutica presente em todas as unidades da federação. Com três andares e mais de 2 mil metros² de área construída, a unidade é considerada a maior farmácia das Américas e oferece serviços diferenciados para os clientes, como gôndolas interativas, cafeteria, salão de beleza, consultórios farmacêuticos com serviço de exames rápidos, vacinação entre outros. 
A unidade é comemorativa ao marco de 1000 lojas da rede, por isso, foi estruturalmente desenvolvida como uma flagship store, oferecendo uma experiência diferenciada de compra, alinhada com as principais drugstores norte-americanas.

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Ditadura feroz do Capital sobre o Trabalho

ter, 12/03/2019 - 10:40
Entre NósJaime PortoPresidente Sinprafarmas
Já está bem claro o propósito do “capitão” eleito para governar o Brasil: implantar a ditadura do Capital sobre os trabalhadores de forma definitiva. O Brasil tem mais de 12 milhões de desempregados, de acordo com Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e 4,8 milhões de desalentados, que desistiram de buscar uma ocupação, o que signifca quase 40 milhões de pessoas sem renda fixa e nem perspectiva de futuro, além de aumento do número de trabalhadores precarizados, sem garantias.
Diante desse quadro, o presidente recém-eleito, anuncia o fim do Ministério do Trabalho e Emprego; a reforma da previdência com a implantação da regra: cada um por si e que se dane; restrição do acúmulo de pensão com aposentadoria, isenções milionárias para montadoras sem contrapartida de geração de empregos; desvio do dinheiro do pré-sal destinado à educação, para os financistas; extinção da justiça do trabalho; dificuldades ao acesso a benefícios previdenciários como auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, salário-maternidade e auxílio-reclusão; entre outras medidas que ainda virão.
Todas as ações do presidente sinalizam para o fim dos direitos que sobraram aos trabalhadores e não foram retirados pelo governo Temer, do qual o presidente eleito é a continuação piorada, ainda mais antinacional, antitrabalhista, antidemocrática e antipopular.
O Executivo, está pronto a atender as bancadas da bala, da bíblia e do boi, não pretende dialogar com os trabalhadores sobre as políticas de salário mínimo, aposentadoria, férias, registro no emprego. Pelo contrário, que retirar ou reduzir esses direitos, como já afirmou o novo vice-presidente, Mourão, que pretende liquidar com o 13º. 
Num país com 43% dos trabalhadores e trabalhadoras na informalidade, a fiscalização aos direitos trabalhistas não será necessária porque não haverá praticamente nada a fiscalizar e o trabalho escravo poderá florescer novamente.
O governo eleito legitimamente através do voto vai se firmamdo como uma ditadura feroz do capital sobre o trabalho.

Centrais sindicais 'tomarão todas as medidas contra MP 873

ter, 12/03/2019 - 07:00
Dentre as orientações aprovadas na reunião estão a denúncia contra o governo à Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelas práticas antissindicais direcionadas contra as organizações dos trabalhadores e seus representados. E, ainda, atuar no Congresso “para derrotar a MP 873”, diz a nota.
No aspecto legal/jurídico, as centrais orientam as entidades nacionais de trabalhadores, as confederações em particular, a ingressarem no Superior Tribunal Federal (STF) com ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) contra a medida provisória.
As decisões foram tomadas de forma unitária e consensual pelos 9 representantes das centrais sindicais, que se fizeram representar na reunião.
A MP foi editada na última sexta-feira (1º), às vésperas do Carnaval e pegou a todos de surpresa. O governo não dialogou com o movimento sindical, representado pelas centrais sindicais. Assim, conclui-se que o objetivo do Planalto é enfraquecer uma das pricipais forças que se opõe à reforma da Previdência, nos termos em que o texto foi encaminhado ao Congresso Nacional, no dia 20 de fevereiro.
Os representantes sindicais reforçaram a convocação, para o dia 22 de março, do “Dia Nacional de Lutas contra o fim das Aposentadorias e por uma Previdência Social Pública, quando serão realizados atos públicos, greves, paralizações e mobilizações contra o projeto da reforma da previdência do presidente Bolsonaro.”

Fechando o cerco: Depois da Previdência, governo vai propor fim da unicidade sindical

seg, 11/03/2019 - 12:04
Fonte: Blog de Valdo Cruz
A medida, segundo Marinho, é sequência da agenda liberal do governo Bolsonaro, que editou nos últimos dias medida provisória deixando claro que a decisão de pagar a contribuição sindical é “individual”, de cada trabalhador, que precisa da sua autorização e com pagamento via boleto bancário.
Conforme publicação de Valdo Cruz em seu blog, depois da reforma da Previdência Social, o governo Jair Bolsonaro vai propor mudanças em outro ponto polêmico, dentro da linha de sua agenda liberal. O secretário de Previdência Social e Trabalho, Rogério Marinho, disse ao blog que a ideia é propor o fim da unicidade sindical, sistema em vigor hoje e no qual um só sindicato representa uma categoria numa região do país.
“Vamos propor o fim da unicidade sindical para criar mais concorrência entre os sindicatos, beneficiando os trabalhadores, que poderão escolher aquela entidade que defende de forma mais eficaz seus direitos”, afirmou ele.
O secretário diz que, hoje, a realidade brasileira é que existe um cartório de sindicatos no país, com trabalhadores dependendo apenas de uma entidade, que nem sempre os representa adequadamente.
“Vamos acabar com esse cartório, o que vai inclusive beneficiar os sindicatos profissionais e mais bem organizados no país, que realmente defendem os direitos dos trabalhadores”, acrescentou.
Marinho afirmou, porém, que a proposta não será enviada agora ao Congresso Nacional. “Depois de aprovar a Previdência, porque agora vai gerar mais turbulência e nossa prioridade é a mudança nas regras de aposentadoria do país”, complementou.
A medida, segundo Marinho, é sequência da agenda liberal do governo Bolsonaro, que editou nos últimos dias medida provisória deixando claro que a decisão de pagar a contribuição sindical é “individual”, de cada trabalhador, que precisa da sua autorização e com pagamento via boleto bancário.
Segundo o secretário, juízes do trabalho estavam referendando decisões de sindicatos de aprovar a cobrança da contribuição em assembleias coletivas sob o argumento de que a reforma trabalhista não fala em decisão individual e contribuição individual dos trabalhadores, brecha que estava sendo usada por sindicatos para aprovar a cobrança de toda categoria por meio de desconto em folha de pagamento.
Na avaliação do governo, alguns juízes e sindicatos estavam burlando a reforma trabalhista, indo contra o que os parlamentares aprovaram durante o governo do ex-presidente Temer. Por isso, a decisão de editar a MP deixando claro que a contribuição depende de autorização individual do trabalhador e não pode ser feito desconto em folha.

A cruel demolição da Previdência Social

seg, 11/03/2019 - 07:00

Fonte: Carta CapitalA proposta do governo Bolsonaro para a Previdência (e assistência social) não pode ser chamada de “reforma”. Seu objetivo não é melhorar o regime atualmente existente, como aconteceria em uma reforma, mas demolir as bases do atual sistema de seguridade social, substituindo-o por um sistema de capitalização privado. 
Na prática, isso significa a mudança do princípio da solidariedade social pela lógica individual, substituindo-se a ideia de “um por todos e todos por um” pelo lema “cada um por si e Deus (acima) por todos”. Para pôr em prática a demolição, o plano de Bolsonaro prevê um processo de esfacelamento gradual do atual regime de repartição até sua provável extinção, enquanto os regimes de capitalização privados e públicos se fortalecem.
Leia matéria completa

Medida Provisória pretende acabar com entidades sindicais

sex, 08/03/2019 - 07:00
Fonte: CNTC
Com a intenção de acabar a representação sindical do trabalhadores do Brasil, o governo Bolsonaro editou a Medida Provisória (MPV) 873, de 2019, que trata da forma de cobrança da contribuição sindical. 
A MPV afronta a Constituição Federal em seu art. 8º, inciso IV, que trata da cobrança da contribuição para o custeio das entidades sindicais. Além de desconfigurar os objetivos de uma Medida Provisória que deve ser confeccionada por motivos de relevância e urgência, no qual não se encaixam a referida MPV.
Seus artigos restringem e limitam a cobrança da contribuição sindical, bem como proíbe qualquer outro meio de autorização que não seja prévia, voluntária, individual e expressamente autorizado pelo trabalhador, com a finalidade de dificultar e aniquilar o custeio sindical e a legalidade dos Acordos e Convenções Coletivas.
A previsão de cobrança exclusivamente por boleto bancário, encaminhado obrigatoriamente à residência do trabalhador, o que retira a obrigatoriedade do empregador de recolher diretamente da folha do trabalhador e fere a autonomia sindical garantida na norma constitucional. Isso retira a garantia de sustentabilidade dos sindicatos e asfixia o movimento sindical.
É claro a intensão do Governo, aliado aos empresários, em asfixiar e aniquilar as entidades sindicais, deixando o trabalhador desamparado, a mercê do empregador, suscetível em ser ludibriado e perder direitos.
Uma Medida Provisória tem validade de 60 dias, podendo ser prorrogada por igual período, até que seja deliberada pelo Congresso Nacional. Contudo, se no prazo de 120 dias a Medida Provisória não for convertida em lei perderá a sua eficácia e retornará os dispositivos vigentes antes de sua edição.

Posição da CNTC
Trabalhará a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), entidade representativa dos mais de 12 milhões de trabalhadores no comércio e serviços, pela rejeição da MP. 873/2019, por defender a entidade a unicidade sindical, o sistema confederativo e a autonomia sindical conforme garantido no art. 8º da Constituição Federal.

Fiu... Fiu no trabalho...

qui, 07/03/2019 - 07:00
Conselho Nacional de Justiça  CNJ Sofreu assédio sexual no trabalho, mas não sabe como provar? Então se liga: bilhete, e-mail, áudio, vídeo, presente e mensagens nas redes sociais são provas. Testemunhas e gravação de conversas ou imagens, ainda que sem o conhecimento do agressor, também são meios de comprovação. 
Denuncie. 
Acesse a cartilha do Ministério Público do Trabalho sobre o assunto e saiba o que fazer.

22 de março é dia de mobilização e luta contra a reforma da Previdência

sex, 01/03/2019 - 07:00

Fonte: UGTA Força Sindical, CUT, CTB, UGT, CSB, intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST decidiriam, em reunião nesta terça-feira (26), em São Paulo, realizar, em 22 de março, um Dia Nacional de Luta e Mobilização em Defesa da Previdência. A mobilização, segundo os sindicalistas, é um aquecimento rumo a uma greve geral em defesa das aposentadorias.
Na avaliação dos dirigentes, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019) que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) entregou ao Congresso Nacional na semana passada é muito pior do que a do ilegítimo Michel Temer (MDB), derrubada pelos trabalhadores e trabalhadoras depois da maior greve geral da história, em abril de 2017.
A PEC da reforma de Bolsonaro dificulta o acesso e reduz o valor dos benefícios ao estabelecer a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens, 62 para as mulheres e aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos, além de retirar da Constituição o sistema de Seguridade Social brasileiro.
Além do dia de mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares, seja em suas bases ou nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se “votar, não volta”.

As centrais deverão se reunir também com os movimentos sociais, lideranças partidárias e religiosas, estudantes e mulheres para deliberar uma forma conjunta de luta contra o fim da aposentadoria.
Os sindicalistas também endossaram o apoio ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, para mostrar as trabalhadoras que elas são as mais prejudicados com a reforma da previdência.
Pelas regras atuais, uma mulher de 55 anos e com 25 anos de contribuição teria de trabalhar mais cinco anos para se aposentar por idade e conseguir receber o benefício integral. Ou seja, estaria aposentada aos 60 anos e com 30 anos de contribuição.
Mas, a reforma de Bolsonaro, além de impor a idade mínima de 62 anos tem regras de transição duríssimas. Se o Congresso aprovar a PEC, essa mesma mulher terá de trabalhar mais sete anos (55 + 7 = 62) para se aposentar por idade. Ainda assim, ela só chegaria a 32 anos de contribuição (25 + 7 = 32) e não se aposentaria com o benefício integral, que, pelas novas regras, vai exigir, no mínimo, 40 anos de contribuição.

Reforma da Previdência tem 17 pontos mais nocivos aos trabalhadores

qui, 28/02/2019 - 07:00

Fonte: Fecomerciários

Confira os 17 pontos prejudiciais aos trabalhadores, aposentados e pensionistas:

1) Idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres;

2) Trabalhadores rurais e professores terão idade mínima de 60 anos;

3) Aposentadoria integral será paga apenas para quem contribuir por 40 anos;

4) Contribuição mínima de 20 anos;

5) Novo cálculo do benefício não exclui menores contribuições e será de 60% da média para quem contribuir 20 anos;

6) Com a soma de tempo de contribuição mais idade, mulher terá aposentaria integral ao atingir 100 anos e homem, 105 anos (regra de transição até 2033 e 2028, respectivamente);

7) Idade mínima pode aumentar quando expectativa de vida crescer;

8) Pensão por morte reduz para 60% do valor total;

9) Contribuição pode chegar a 14% no setor privado e até 22% no setor público;

10) Trabalhador rural contribuirá com o mínimo de R$ 600,00 anuais, independente de sua produção;

11) BPC para idosos de 60 a 70 anos será de apenas R$ 400,00;

12) Reduz aposentadoria por invalidez para 60% da média;

13) Previdência poderá ser alterada por lei complementar e não mais por emenda constitucional (Desconstitucionalização); 14) Aposentado que trabalha perderá direito aos 40% de multa do FGTS ao ser demitido;

15) Proposta abre espaço até mesmo para tributação do vale-refeição;

16) Proibição de acúmulo de pensões integrais;

17) Instituição do sistema de capitalização, no qual o valor da aposentadoria depende da poupança individual de cada trabalhador.

Ford fecha fábrica de São Bernardo do Campo, onde trabalham 3 mil pessoas

qua, 27/02/2019 - 09:26

Fonte: CNTC
A Ford vai fechar a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e demitir grande parte dos cerca de 3 mil funcionários. Em comunicado divulgado nesta terça-feira, 19, a empresa informou que vai deixar de produzir caminhões e também o compacto Fiesta, ambos feitos na planta pertencente à montadora americana desde 1967, quando adquiriu a Willys Overland do Brasil. 
O processo de encerramento ocorrerá ao longo deste ano. A empresa alega necessidade de retomar a lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul, onde registrou prejuízos de US$ 4,5 bilhões (cerca de R$ 16,6 bilhões) entre 2013 e 2018. O Brasil responde por cerca de 60% das vendas da marca na região.
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Tratar com desigualdade para igualar!

ter, 26/02/2019 - 10:53

ENTRE NÓS
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Que a reforma previdenciária é nociva aos trabalhadores não é novidade, mas que é especialmente cruel com as mulheres, talvez muitos ainda não se tenham dado conta.
Após a reforma, não haverá possibilidade de aposentar-se antes da idade estipulada, como hoje é possível pelo tempo de contribuição. Será obrigatório completar 62 anos e para receber integralmente contribuir por 40 anos.
A reforma acabará com o acúmulo de pensão por morte e aposentadoria. Será preciso optar. Com a reforma a pensão por morte passa a ser 50% mais 10% para cada dependente, limitado a 100%. A regra que impõe que nenhum benefício pode ser menor do que o salário mínimo também cairá. Como as mulheres são as maiores beneficiadas com a pensão por morte, serão muito mais afetadas.
Porque as mulheres merecem aposentar-se mais cedo ou acumular benefícios? Porque elas praticam dupla jornada de trabalho, algumas até mesmo uma tripla jornada, ganham muito menos, são extremamente discriminadas apenas por serem mulheres e porque o princípio da isonomia de fato não existe, uma vez que neste caso não se trata de tratar igualmente mulheres e homens, uma vez que as situações de trabalho que os envolvem são completamente diferentes; trata-se exatamente de tratar desigualmente para que possam igualar-se e ter as mesmas oportunidades.
É este o Brasil que você deseja para o futuro que bate à porta?

Genéricos chegam aos 20 anos com 33,7% do mercado

ter, 26/02/2019 - 10:23

Fonte: Panorama FarmacêuticoA Lei 9.787/99, que instituiu os medicamentos genéricos no Brasil, completou 20 anos de existência em fevereiro. Segundo Telma Salles, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), só em 2018, foram vendidas 1,4 bilhão de unidades, volume 11,03% maior que o registrado em 2017. 
“Os genéricos já representam 33,7% do mercado de medicamentos no País, pelo critério de unidades produzidas”, afirma a executiva. A ProGenéricos informa que hoje mais de 120 laboratórios possuem linhas dedicadas à produção de genéricos no Brasil. São mais de 3.780 registros de medicamentos, 580 princípios ativos, em 21,7 mil apresentações, cobrindo praticamente 95% das doenças prevalentes. 
Para 2019, a entidade projeta um crescimento de venda dos genéricos acima de dois dígitos, mantendo os indicadores de performance do ano anterior. Porém, um dos grandes entraves que barram o lançamento de novos produtos é a lentidão na aprovação das patentes. “O que precisamos é trazer ao mercado mais moléculas e para isso é necessário que o Inpi seja mais ágil, que não demore de 13 a 14 anos para analisar um pedido de patente”, ressalta Telma.

Os dez medicamentos genéricos mais vendidos em 2018
Princípio Ativo Losartana potássica, Hidroclorotiazida, Sildenafila citrato, Atenolol, Dipirona sódica, Enalapril maleato, Metformina cloridrato, Nimesulida, Sinvastatina, Captopril.
Ampliação do acessoA maior conquista da instituição da lei dos genéricos foi a ampliação do acesso aos medicamentos, principalmente no caso de substâncias destinadas a tratamentos de doenças crônicas, que exigem o uso contínuo pelos pacientes. O consumo de medicamentos para controle do colesterol, por exemplo, cresceu mais de 2.320% desde a implantação da lei. Já o de anti-hipertensivos, voltados para o controle da pressão arterial, aumentou 743%, e os remédios para o tratamento de diabetes registraram expansão de mais de 1368%. A categoria representa 52% das vendas de medicamentos

10 dicas de cuidados com a pele durante o carnaval

ter, 26/02/2019 - 10:10

Fonte: Guia da Farmácia
O carnaval está chegando e as festas são marcadas pelas fantasias criativas, maquiagens coloridas e muito brilho. Mas, vale lembrar os foliões de que alguns produtos de forma errada podem causar sérios danos à pele e, principalmente, à saúde. “O mais importante em atividades na rua, durante o dia, é usar filtro solar. No caso das maquiagens e tintas, o ideal é utilizar produtos específicos para a pele, evitando alergias. Já para prevenir problemas nos pés, como bolhas, é recomendado escolher calçados confortáveis, evitando saltos, sandálias de tiras e sapatos novos”, alerta a dermatologista e coordenadora do departamento de Cosmiatria Dermatológica da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Dra. Alessandra Romiti. Acompanhe, a seguir, as principais recomendações da entidade e alerte os consumidores na farmácia. 
1. Proteção solar
Para evitar queimaduras solares no carnaval, deve-se usar chapéu, óculos de sol e o filtro solar com FPS30, no mínimo, e reaplicar a cada 2h porque o produto sai com o suor. A preferência fica para os filtros solar físicos (com cor), que proporcionam maior aderência à pele; ou aqueles apropriados para esporte, que têm durabilidade e resistência maior ao suor. Se possível, vale usar camisa para também proteger o corpo, principalmente os ombros.
2. Horários de risco 
Vale tentar se programar para acordar cedo e aproveitar até às 10h00, fora do horário de pico do sol. Outra dica é deixar para curtir a folia depois das 16h00.

3. Fantasias, maquiagens e purpurinas 

Escolher fantasias leves e não exagerar na maquiagem. Usar makes e brilhos de marcas de confiança para evitar dermatite de contato e alergias.

4. Espumas, tintas e sprays 
As espumas usadas no carnaval costumam conter substâncias tóxicas. Portanto, deve-se tomar cuidado, pois o contato com a pele pode causar reação alérgica. Já as pinturas podem ocasionar as dermatites de contato. Em relação aos sprays para colorir os cabelos, eles podem provocar ardência ou coceira depois da aplicação. Após usar algum desses produtos e desenvolver qualquer tipo de irritação, a recomendação é lavar a área afetada imediatamente e, em casos de piora, procurar um dermatologista associado à SBD (http://www.sbd.org.br/associados/).

5. Cuidado especial com as crianças
Se a ideia é levar as crianças para o bloco ou praia, vale tomar alguns cuidados com os pequenos, evitando fantasias com tecidos sintéticos que esquentam e podem causar alergia; aproveitando fantasias que tenham chapéus, principalmente os de aba larga; e não deixando as crianças com roupas molhadas para não provocar micoses. Essas dicas também servem para os adultos.

6. Atenção às queimaduras
Sempre que entrar em contato com frutas cítricas (limão, tangerina e caju), seja in natura, sucos ou picolés, lave muito bem a região com água e sabonete e aplicar o protetor solar na região antes da exposição solar para evitar queimaduras e manchas.

7. Cuidados com os pés
Proteger os pés de calosidades, traumas e risco de cortes. Usar sapatos confortáveis, folgados ou tênis. Se tiver bolhas nos pés, o melhor é não estourar para não infeccionar e proteger o local com um curativo e usar calçados que não provoquem atrito na região.

8. Picadas de inseto
Não se esquecer de passar o repelente. Ele deve ser aplicado por cima do filtro solar e das roupas. O produto deve ser reaplicado da mesma maneira.

9. Atenção redobrada com a hidratação
Durante o verão e as festas de carnaval é muito comum as pessoas começarem a suar mais. A desidratação é o principal sintoma do excesso de suor, então, é aconselhável beber muita água.

10. Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)
As ISTs podem trazer uma série de danos à saúde. Por isso, não se deve esquecer a camisinha para evitar doenças como Sífilis, HPV, HIV, Hepatites B e C.

Potencial a ser explorado

ter, 26/02/2019 - 10:04

Fonte/Imagem: Guia da FarmáciaHá tempos as farmácias ampliaram o sortimento e passaram a vender bem mais que apenas medicamentos. Os itens de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPC) já representam importante fatia do faturamento, mas agora novos nichos de produtos vêm ganhando força e despontando como boas oportunidades de rentabilidade: bomboniere e conveniência.
Os produtos que podem ser explorados nesse segmento são variados, vão desde itens com apelo saudável, como barras de cereais e proteína, água de coco, bebidas isotônicas e produtos diet e light, até guloseimas – balas, gomas de mascar e chocolates.

“O consumidor final tem buscado cada vez mais o varejo menor, mais bem localizado, ao invés de ir a hiper e supermercados. São as lojas de bairro que têm tido o melhor desempenho. As farmácias são bem distribuídas, por isso passaram a ser opção de quem busca conveniência”, avalia o gerente-geral de Close-Up Inrernational, Guilherme Alfano.
Definição de sortimentoÉ importante que o varejista analise o mercado em que ele se encontra para definir o tamanho da demanda por itens de conveniência e bomboniere. “ Uma loja localizada bem ao lado de um supermercado de pequeno porte pode não ter tanto sucesso quanto uma farmácia isolada em um bairro. É preciso ter essa noção geográfica”, explica Alfano.
Em seguida, é hora de pesquisar quais categorias são mais procuradas na região de atuação da loja. Fabricantes e distribuidores podem colaborar com o fornecimento dessas informações. O trabalho deve ser feito aos poucos, iniciado com alguns segmentos específicos. O varejista tem que ir testando e mensurando os resultados. O espaço da loja é caro, então é um desfio trazer novos itens. Se der certo, o sortimento pode ir crescendo. É melhor ir aos poucos do que mudar toda a exposição sem saber dos resultados.

Previdência de Bolsonaro produzirá massa miserável, avalia economista

ter, 26/02/2019 - 07:00

Fonte: Carta CapitalA Reforma da Previdência ganhou um nome pomposo e marqueteiro sob a caneta de Bolsonaro: Nova Previdência. A missão alardeada pelo governo parece ainda mais nobre, acabar com os privilégios e cobrar mais de quem ganha mais. Mas o texto enviado ao Congresso mostra pouco disso. 
Embora corrija certas distorções entre o regime geral e o próprio (dos servidores públicos), as regras ficaram ainda mais duras para os mais pobres. Para se aposentar com 100% da média salarial, será preciso contribuir por 40 anos. A idade mínima subiu e afeta principalmente as mulheres. Também foram cortadas pensão por morte e aposentadoria por invalidez. 
Para o economista Eduardo Fagnani, professor da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho (Cesit), essas mudanças criarão uma massa de miseráveis nas próximas décadas. “Poucos vão conseguir comprovar a idade mínima e o tempo de contribuição. E serão jogados para assistência.” 
Um dos pontos mais críticos é o corte no benefício de prestação continuada. Pelas novas regras, os idosos pobres só teriam direito ao salário mínimo a partir dos 70 anos. “No caso dessa população, é muito difícil que eles cheguem aos 70 anos. Haverá uma sobrevida muito curta”, diz.
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Quem tem direito adquirido não precisa antecipar aposentadoria

seg, 25/02/2019 - 11:02
Fonte: Ag. BrasilA cada anúncio de reforma da Previdência, a situação se repete: tanto no setor público como na iniciativa privada, trabalhadores que ultrapassaram o tempo mínimo de contribuição correm para antecipar a aposentadoria. Essa movimentação, no entanto, é arriscada e pode prejudicar o segurado se feita de maneira precipitada. 
 Quem cumpriu os requisitos para se aposentar pelas regras atuais está preservado pelo direito adquirido e não será afetado pela reforma da Previdência. Nesses casos, o trabalhador mantém o direito a aposentar-se pelos critérios presentes, mesmo que uma emenda à Constituição entre em vigor. 
 O direito adquirido vale independentemente se o trabalhador entrar com pedido de aposentadoria antes ou depois de uma reforma da Constituição. A situação, na verdade, vale para qualquer direito. Isso porque a legislação, em tese, não pode retroagir, apenas ser aplicada a partir do momento em que passar a vigorar.
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Empresas deixarão de recolher FGTS de empregados aposentados

seg, 25/02/2019 - 07:00

Fonte: Diário do LitoralImagem: Ag. BrasilOs empregados aposentados que voltarem a trabalhar não terão o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) recolhido pelo empregador. A mudança consta da proposta de reforma da Previdência enviada hoje (20) ao Congresso Nacional.
O texto também estabelece que o aposentado deixará de receber a multa de 40% do FGTS em caso de demissão. Esses dois pontos foram incluídos na proposta de emenda à Constituição e precisam ser aprovados por três quintos da Câmara dos Deputados e do Senado em dois turnos.
Segundo o secretário de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, o governo quer mudar as regras por entender que o empregado aposentado já está protegido pela Previdência Social.
Em relação às contratações anteriores à promulgação da reforma da Previdência, o aposentado demitido poderá sacar os depósitos dos empregados no Fundo de Garantia, mas sem a multa de 40%. Para empregos futuros, no entanto, o aposentado não terá mais direito ao FGTS.
A proposta de reforma da Previdência também prevê que os anistiados políticos passarão a contribuir para a seguridade social nos mesmos termos da contribuição do aposentado e do pensionista da Previdência dos Servidores Públicos Federais. O governo também quer proibir a acumulação da reparação mensal de anistiado político com a aposentadoria. O anistiado poderá escolher receber o maior benefício.

Veja que muda na aposentadoria por invalidez na reforma da Previdência

sex, 22/02/2019 - 07:00
Fonte: Folha de S.PauloA aposentadoria por invalidez também vai mudar, a depender da aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) enviada dia 20/fev pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).
 A intenção do governo é reduzir o valor do benefício pago aos trabalhadores que ficam permanentemente incapacitados para o trabalho. Hoje, o segurado recebe do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) 100% da média salarial, calculada com as 80% maiores remunerações que recebeu desde julho de 1994. 
Se a PEC for aprovada como propôs a equipe montada pelo ministro Paulo Guedes, o segurado sem condições de voltar ao trabalho porque está doente terá uma aposentadoria com o mesmo cálculo aplicado aos demais benefícios. Ele receberá 60% da média de todos os seus salários. O valor só ficará maior do que essa cota mínima se ele tiver mais de 20 anos de contribuição.
Como o benefício por invalidez não está atrelado a um tempo de contribuição, é comum que o segurado tenha menos do que 30 ou 35 anos de atividade com registro em carteira profissional.
A única exigência do INSS, hoje, é que o segurado tenha um mínimo de 12 anos de contribuição. Esse tempo é chamado de período de carência.
A Previdência não aplica essa exigência nos casos de invalidez por acidente ou doença de trabalho. O tratamento diferenciado a esses casos está mantido na proposta de emenda enviada pelo governo. Quem ficar incapacitado por acidente de trabalho ou por doenças profissionais ainda terá direito uma aposentadoria que corresponda à 100% da média de todos os seus salários.
Nos outros casos, não. O enquadramento por doença ou acidente profissional depende de a empresa comunicar o ocorrido à Previdência. Quando isso é feito e o perito reconhece que a doença está ligada à atividade do segurado, o benefício por invalidez é chamado acidentário. Ele não interrompe o vínculo do trabalhador com a empresa e, por isso, o empregador deve manter o recolhimento mensal do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
Para receber a aposentadoria por invalidez, o segurado precisa ser considerado incapaz pela perícia médica previdenciária. Em geral, o trabalhador recebe primeiro o auxílio-doença, concedido quando a incapacidade é considerada temporária. Quem faz essa análise também é o perito do INSS. Somente se não houver melhora é que o benefício será convertido em aposentadoria por invalidez.
A PEC enviada pelo governo prevê também que o cálculo da aposentadoria por invalidez pode ter nova mudança por meio de lei complementar.
SOB SUSPEITAAté dezembro do ano passado, 208.953 aposentadorias por invalidez foram canceladas no pente-fino dos benefícios por incapacidade realizado pelo INSS. Desse total, 37.845 foram cortadas porque os beneficiários não apareceram na perícia. Nas demais, o aposentado ficou sem o benefício após passar pela perícia médica. Nesse exame, o segurado deve comprovar que, mesmo em tratamento, não consegue recuperar a capacidade de trabalhar. A devassa nesses pagamentos deve continuar.

O governo Jair Bolsonaro (PSL) enviou em janeiro ao Congresso uma medida provisória prorrogando o pente-fino nos benefícios por incapacidade.
No programa de revisões do governo Michel Temer (MDB), foram convocados os segurados que estavam há mais de dois anos sem passar por perícia. O novo pente-fino prevê um intervalo menor e benefícios sem análise do INSS há mais de seis meses deverão ser chamados. Como a regulamentação da MP ainda não foi publicada, o pente-fino, na prática, ainda não começou.
Segundo o Ministério da Cidadania (antigo Ministério do Desenvolvimento Social, ao qual o INSS era subordinado), 8.779 auxílios-doença e 27.998 aposentadorias por invalidez ainda precisam ser analisadas.