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Atualizado: 1 hora 11 minutos atrás

Mercado de vitamina D movimentará US$ 3,3 bilhões até 2024

ter, 30/04/2019 - 10:29

Fonte/Imagem: Guia da FarmáciaO mercado de vitamina D deve crescer de US $ 1,9 bilhão em 2019 para US $ 3,3 bilhões até 2024, segundo dados do estudo da Global Forecast to 2024“, publicado pela MarketsandMarkets.
Os principais fatores que impulsionam o crescimento desse mercado incluem a crescente conscientização sobre a deficiência de vitamina D entre os consumidores e a presença de uma grande população de pacientes-alvo em todo o mundo.
Com base em aplicações, o mercado de terapia de vitamina D é segmentado em osteoporose, raquitismo, doenças de pele, fraqueza muscular, distúrbios autoimunes e outras aplicações. Em 2018, o segmento de osteoporose foi responsável pela maior parcela deste mercado. A grande parte deste segmento pode ser atribuída ao aumento da incidência de quedas e fraturas em idosos, devido ao elevado nível de hormônios das paratireoides e à má absorção de cálcio nas dietas.
Leia matéria completa

Genéricos crescem em confiança no Brasil

ter, 30/04/2019 - 10:23

Fonte/Imagem: Guia da FarmáciaSeja pela classe médica, pelos padrões de qualidade ou pela rigorosidade dos testes, é fato que os genéricos são cada vez mais consumidos. Entretanto, ainda há muito potencial para que esses medicamentos ganhem cada vez mais relevância no País
Os medicamentos genéricos estão conquistando a preferência dos médicos brasileiros, segundo aponta um estudo realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos) com base nos dados do Close-Up, que analisa o receituário de medicamentos apresentados nos balcões das farmácias no País.
O levantamento mostra que os genéricos constituíram o segmento que mais cresceu nas prescrições médicas nos últimos cinco anos. De um total de 439,6 milhões de receitas auditadas, os genéricos registram avanço de 116,58% desde 2013 até 2016.
Além do médico, o farmacêutico também desempenha um papel importante para indústria e o avanço do setor. Muitas vezes, é esse profissional que esclarece o consumidor sobre as opções existentes nos mercados de genéricos e similares, e que podem substituir os medicamentos de referência.

Bancos compartilharão dados de clientes com integração de plataformas

seg, 29/04/2019 - 07:00
Imagem: Marcelo Camargo Ag BrasilFonte: Ag. BrasilAs instituições financeiras vão compartilhar dados, produtos e serviços por meio de abertura e integração de plataformas e infraestruturas de tecnologia. Esse é o chamado open banking, em que os dados bancários pertencem aos clientes e não às instituições financeiras.
Por meio do open banking, clientes bancários poderão, por exemplo, visualizar em um único aplicativo o extrato consolidado de todas as suas contas bancárias e investimentos. Também será possível, por este mesmo aplicativo, fazer uma transferência de recursos ou um pagamento, sem a necessidade de acessar diretamente o site ou aplicativo do banco”, diz o BC, em nota.
Os requisitos estabelecidos pelo Banco Central indicam que deverão ser compartilhadas, inicialmente, as seguintes informações e serviços: produtos e serviços oferecidos pelas instituições participantes (localização de pontos de atendimento, características de produtos, termos e condições contratuais e custos financeiros, entre outros); dados cadastrais dos clientes (nome, número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF, filiação, endereço, entre outros); dados transacionais dos clientes (dados relativos a contas de depósito, a operações de crédito, a demais produtos e serviços contratados pelos clientes, entre outros); e serviços de pagamento (inicialização de pagamento, transferências de fundos, pagamentos de produtos e serviços, entre outros).
De acordo com o comunicado do BC, o compartilhamento de dados cadastrais e transacionais dos clientes, bem como de serviços de pagamento, depende de prévio consentimento do cliente.

Extinto o horário de verão

sex, 26/04/2019 - 07:00

Fonte: Ag. BrasilO Brasil não adotará mais o horário de verão a partir deste ano. O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (25/4) decreto que extingue a medida, em cerimônia no Palário do Planalto. A decisão foi baseada em recomendação do Ministério de Minas e Energia, que apontou pouca efetividade na economia energética, e estudos da área da saúde, sobre o quanto o horário de verão afeta o relógio biológico das pessoas.
“As conclusões foram coincidentes. O horário de pico hoje é às 15 horas e [o horário de verão] não economizava mais energia. Na saúde, mesmo sendo só uma hora, mexia com o relógio biológico das pessoas”, disse, ressaltando que não deve haver queda na produtividade dos trabalhadores nesse período.
De acordo com o secretário de Energia Elétrica do MME, Ricardo Cyrino, a economia de energia com o horário de verão diminuiu nos últimos anos e, neste ano, estaria perto da neutralidade. “Na ótica do setor elétrico, deixamos de ter o benefício”, disse.

Corrupção é tudo igual?

qui, 25/04/2019 - 07:00
Conselho Nacional de Justiça - CNJA corrupção pode ser passiva ou ativa. É passiva quando o crime é praticado por funcionário público contra a administração pública. Nesse caso, ele recebe ou aceita uma vantagem indevida para si ou para os outros. A pena é de reclusão de dois a oito anos e multa. Já a corrupção ativa é quando o crime é cometido por um particular, que aceita vantagem em troca de algum tipo de favor ou benefício. Nesse caso, a pena é de reclusão e varia de dois a doze anos de reclusão e multa. 
Confira mais detalhes no CNJServiço

Governo oferece R$ 40 mi em emendas para deputados que votarem pela reforma

qua, 24/04/2019 - 11:55

Fonte: Finanças Yahoo
O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), ofereceu um acréscimo de R$ 40 milhões no valor das emendas parlamentares concedidas até 2022 para cada deputado que votar favorável à reforma da Previdência no plenário da Câmara. As informações são do jornal Folha de São Paulo. 
A oferta foi confirmada à Folha de S. Paulo por líderes de cinco partidos integrantes da base do governo de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo eles, Onyx anunciou a proposta na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na semana passada. 

O bônus pelos votos aumentaria em 65% o valor que cada parlamentar pode manejar no Orçamento federal de 2019 para obras e investimentos em infraestrutura em suas bases eleitorais de atuação. 

Atualmente, os deputados federais têm direito a R$ 15,4 milhões em emendas parlamentares por ano. Com os R$ 40 milhões extras até 2022 - sendo R$ 10 milhões por ano -, o montante ultrapassaria R$ 25 milhões.

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Governo nega acesso à Folha e reitera blindagem sobre dados de Previdência

qua, 24/04/2019 - 07:00
Fonte: UGT
O Ministério da Economia se negou novamente nesta segunda (22) a abrir pareceres e estudos técnicos que embasaram proposta de emenda à Constituição (PEC) da Previdência. Em resposta a um recurso de acesso a informações apresentado pela Folha, a pasta reiterou que a consulta aos documentos é restrita a servidores públicos e autoridades devidamente autorizados. 
Reportagem publicada neste domingo (21) mostrou que a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, vinculada ao ministério, blindou esses papéis. 
A decisão consta de resposta a pedido do jornal, formulado com base na Constituição e na Lei de Acesso à Informação (LAI), cujo objetivo é o de conhecer com mais profundidade estatísticas, dados econômicos e sociais que sustentam o texto em tramitação no Congresso. 
A solicitação foi enviada ao governo em 12 de março e negada em 15 de abril. A Folha recorreu, argumentando que não há justificativa para a restrição do acesso aos dados que subsidiam um projeto já apresentado publicamente. Também ponderou que a população tem o direito de conhecer os argumentos técnicos que sustentam mudanças significativamente impactantes em sua vida. 
Nesta segunda, ao dar resposta ao recurso, a Secretaria de Previdência reiterou que, em seu entendimento, os documentos solicitados são preparatórios, ou seja, usados como fundamento de “tomada de decisão ou de ato administrativo”. (...)

Ainda cabem mais recursos à Folha na esfera administrativa. A negativa do governo gerou reação de congressistas, que preparam ações judiciais para derrubar o sigilo.

Drogaria São Paulo abre loja na esquina mais famosa da capital paulista

ter, 23/04/2019 - 10:10

Fonte: Guia da FarmáciaA Drogaria São Paulo inaugurou em 22/4 uma nova loja localizada na esquina mais emblemática da cidade de São Paulo: Av. Ipiranga com São João, fortalecendo ainda mais sua ligação com a cidade. “A Drogaria São Paulo, que é reconhecida pelos consumidores paulistanos como a melhor marca de farmácia da cidade, passa a contar com mais uma loja em São Paulo. E não existe lugar melhor para a Drogaria São Paulo estar do que na esquina mais famosa da cidade. Uma marca que tem muitos anos, muitas lojas e uma grande conexão com o paulistano, tinha que fazer parte desse cenário”, conclui o diretor de operações do Grupo DPSP, Felipe Zogbi.

"Top Secret!"

ter, 23/04/2019 - 10:04

ENTRE NÓS Jaime Porto Presidente Sinprafarmas 
O jornal Folha de S.Paulo divulgou dia 21/4 que o Ministério da Economia decretou sigilo sobre estudos e pareceres técnicos que embasaram a PEC 06, da reforma da Previdência. A iniciativa se deu após a Folha solicitar à pasta o acesso aos documentos por meio da Lei de Acesso à Informação. 
Ao se recusar a fornecer as informações pedidas pelo jornal, o governo afirmou que impôs “nível de acesso restrito aos dados por se tratarem de documentos preparatórios”. Assim, os brasileiros, afetados diretamente pelas mudanças nas pensões e aposentadorias, não terão acesso às justificativas, estatísticas e dados econômicos e sociais que “sustentam” a PEC. 
O brasileiro trabalhador já compreendeu que a reforma da Previdência lhe trará enormes prejuízos, uma vez que sua intenção é retirar da Constituição Federal direitos e garantias à seguridade social, beneficiando banqueiros e grandes empresários. É sempre bom lembrar que no Brasil, 5% da população detém a mesma riqueza dos demais 95% e 6 pessoas, a mesma riqueza dos 100 milhões mais pobres. Esta é nossa realidade. 
Basta um olhar analítico para perceber que o discurso sobre “acabar com privilégios” é falácia. Supersalários que não necessitam dos “benefícios da Previdência” continuam firmes e fortes, enquanto a aposentadoria dos menos favorecidos, que dependem totalmente da Previdência, será extinta gradualmente. 
Neste contexto polêmico é no mínimo muito estranho recusar o acesso a tais informações. Então as perguntas se aglomeram: Existem de fato tais informações? Justificam de fato a necessidade tão urgente da Reforma? Para quem nossos políticos legislam de fato? Como será a última etapa da vida dos trabalhadores brasileiros?

Governo decreta sigilo sobre estudos que embasam reforma da Previdência

ter, 23/04/2019 - 09:29

Fonte: Folha de SP
O jornal Folha de S.Paulo divulgou neste domingo (21) que o Ministério da Economia decretou sigilo sobre estudos e pareceres técnicos que embasaram a PEC 06, da reforma da Previdência. A iniciativa se deu após a Folha solicitar à pasta o acesso aos documentos por meio da Lei de Acesso à Informação. 


Ao se recusar a fornecer as informações pedidas pelo jornal, o governo afirmou que impôs “nível de acesso restrito [aos dados] por se tratarem de documentos preparatórios”. Assim, os brasileiros, afetados diretamente pelas mudanças nas pensões e aposentadorias, não terão acesso às justificativas, estatísticas e dados econômicos e sociais que “sustentam” a PEC. 

Reforma da Previdência abre espaço para taxar até vale-refeição e férias.

ter, 23/04/2019 - 07:00

Fonte: UOLO texto da reforma da Previdência propõe que as alíquotas de contribuição para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) passem a incidir sobre rendimentos do trabalho “de qualquer natureza”, não só no salário-base. 
A reforma não cita explicitamente que itens seriam esses de “qualquer natureza”, mas, para especialistas, isso poderia incluir a taxação de benefícios como vale-refeição, adicional de férias e participação nos lucros. Esses elementos poderiam integrar a base de cálculo da contribuição previdenciária. 
O governo fala que a medida se dá para resolver um “intenso debate jurisprudencial”, mas especialistas ouvidos pelo UOL indicam aumento de arrecadação e impacto nos ganhos do trabalhador.
O empregado pode passar a ganhar menos...
Saiba mais...

Dez contribuições indispensáveis do balconista para a farmácia

seg, 22/04/2019 - 07:00

Fonte: Guia da Farmácia1. Manter um bom layout e ambiente de loja O ambiente da drogaria e a disposição dos produtos “conversam” com os clientes, especialmente os de perfil visual, portanto o balconista deve ter ciência de que a limpeza e a arrumação da empresa, das prateleiras, gôndolas, balcão e também dos produtos são ações que contribuem para a volta dos clientes e até para a fidelização. Desse modo, é importante verificar se o ambiente está organizado, se os produtos estão em ordem, nos locais certos, se estão limpos, com preço, com a face voltada para a frente e se estão sendo repostos continuamente para não dar a impressão de empresa falida, sem produtos. 
2. Recepcionar e atender o cliente com profissionalismo e de forma personalizada Como muitas farmácias e drogarias são bem parecidas em estrutura física e nos produtos dispensados e comercializados, uma das melhores formas de se diferenciar é pelo atendimento realizado pela equipe. Os clientes querem se sentir bem e únicos enquanto estão sendo atendidos, querem estar em um ambiente agradável, portanto os balconistas precisam estar atentos às necessidades e desejos dos clientes, desde o momento que entram no estabelecimento até a saída do mesmo. Entre as ações simples que podem e devem ser aplicadas estão: cumprimentar o cliente; chamar pelo nome, não esquecendo o “senhor” e “senhora”; dar um aperto de mão; manter contato visual; ouvir atentamente; perguntar se precisa de alguma informação, se tem dúvidas; e sempre agradecer pela preferência. Mostrar que está ali para auxiliar o cliente. Contrariamente, ações que não devem ser praticadas são: não cumprimentar o cliente, deixar o cliente esperando no balcão enquanto conversa com outro colega da equipe, atender o cliente olhando o que está acontecendo ao redor, não olhar nos olhos do cliente, entregar o produto e mandar ir para o caixa, entre outras. 
3. Respeitar as diversidades e as necessidades dos colegas de equipe e dos clientes O respeito é uma ação muito importante do atendimento em qualquer tipo de empresa, mas especialmente nos estabelecimentos de saúde, como as farmácias. Muitos clientes vão às lojas para adquirir medicamentos que serão utilizados no tratamento de problemas de saúde. Não é incomum que estejam com dor, com receio, assustados ou preocupados, devendo ser respeitados e compreendidos em sua totalidade como seres humanos. Assim, o balconista deve sempre respeitar os clientes, colegas de trabalho e fornecedores. Ninguém gosta de ficar perto de uma pessoa mal-educada, que destrata os outros, que ignora a pessoa, é arrogante. O balconista não deve usar apelidos nem para os clientes nem para os colegas de equipe. Essas ações podem levar a uma reclamação por parte dos clientes, manchando a imagem da farmácia e até mesmo do balconista.

4. Ouvir e atingir à necessidade do cliente As pessoas precisam se sentir bem com a empresa, precisam estar confortáveis, seguras e ter confiança no balconista. Para que isso seja conquistado, ele precisa entender o que o cliente deseja, como quer ser tratado, como quer que seu problema seja resolvido, olhando nos olhos e ouvindo atentamente o que é dito. Mostrar que está interessado e pronto para ajudar e, caso não consiga, encaminhar o cliente para quem poderá dar continuidade ao atendimento, como o gerente ou o farmacêutico. Erros comuns são: não prestar atenção no cliente; completar a frase antes que ele termine de falar; atender sem olhar nos olhos; não se interessar pela causa do cliente, simplesmente dizendo “não temos” ou “não posso fazer nada” ou, ainda, “isso não é comigo”. 
5. Comunicar-se adequando sua linguagem conforme o perfil e as necessidades do cliente A comunicação é definida de forma bem simplista como “a arte de se fazer entender e entender os outros”, ou seja, para que uma mensagem possa ser transmitida de forma efetiva, é preciso usar sinais e termos que sejam comuns à pessoa que está recebendo a informação. O balconista deve ter ciência de que muitas vezes precisa usar mais do que palavras, precisa se atentar ao modo como está transmitindo a informação, ao volume, ao ritmo e à necessidade de usar gestos e imagens. Por exemplo, os elementos utilizados durante o atendimento de uma pessoa idosa são diferentes dos utilizados para um jovem. Outra questão importante é que pessoas de perfil visual precisam de imagens, ver o produto; as sinestésicas precisam tocar os produtos, sentir o cheiro; e as auditivas precisam ouvir o que está sendo dito. É importante salientar que o balconista não deve agir como um robô, com falas decoradas, sem se atentar ao que o cliente está comunicando. Dependendo do cliente, não deve usar termos técnicos e palavras difíceis. Não deve usar gírias, diminutivos, palavras pronunciadas de forma errada e nem modismos. 
6. Fornecer o que o cliente procura O profissional precisa ter conhecimento de que é importante entender o que o cliente busca, quais são as suas reais necessidades e até mesmo seus desejos, para poder fornecer o produto mais adequado àquela situação. No caso dos medicamentos, é importante lembrar que o balconista não é um mero “entregador de caixinha”. Ele precisa orientar o cliente sobre como usar o produto para que ele possa fazer efeito e auxiliar a recuperação da saúde. Muitos erram pensando que não podem oferecer outros produtos e até mesmo serviços para os clientes ou, ao contrário, para cumprir metas de vendas, saem “empurrando” produtos que em nada agregam. Os balconistas devem saber que venda adicional também faz parte da atenção prestada ao cliente e deve ser praticada com bom senso, pelo oferecimento de produtos e serviços que possam auxiliar o cliente, como um medidor de pressão arterial para pessoas que estão fazendo uso de medicamentos anti-hipertensivos, creme hidratante para idosos que têm a pele mais seca, entre outros. O balconista deve ainda se lembrar que ele é parte integrante nas vendas e no sucesso da empresa, mas, acima de tudo, deve sempre manter compromisso com os clientes que atende. 
7. Estar atento ao que está acontecendo à sua volta É preciso ser um profissional antenado com o que está acontecendo ao seu redor, seja dentro da própria empresa, via comentários dos clientes, seja na concorrência ou na mídia. Se algum programa ou revista mostra algum produto, certamente em um curto espaço de tempo vários clientes procurarão por ele no estabelecimento. Para colaborar, o balconista precisa comunicar o farmacêutico ou o gerente para que esses avaliem a possibilidade de integrar ao mix de produtos do estabelecimento. Um profissional que não tem compromisso com a empresa, com seus produtos e serviços, dificilmente será promovido e respeitado. 
8. Saber trabalhar em equipe e resolver conflitos É muito importante que as pessoas que trabalham em farmácias e drogarias gostem do que fazem, gostem de estar com outras pessoas, mantenham um ótimo trabalho em equipe, estejam disponíveis para informar, procurem entender as necessidades do outro, pratiquem a empatia e tenham muita paciência. Tem que ser “gente que gosta de gente”, ou seja, profissionais que queiram contribuir com os colegas e que estejam empenhados em resolver os conflitos quando estes surgirem. Contrariamente, não devem colocar a culpa nos colegas, fazer comentários inconvenientes, querer prejudicar o colega, entre outras ações indesejadas que prejudicam o andamento das tarefas e o clima organizacional. Colaboradores felizes fazem clientes internos e externos felizes. 
9. Participar ativamente de treinamentos, buscar informações e querer aperfeiçoar seus conhecimentos – capacitação contínua Os procedimentos, as atividades, as normas sanitárias, o perfil do consumidor – os produtos estão sempre mudando e para acompanhar essa mudança os balconistas precisam buscar atualização contínua. Precisam participar ativamente dos treinamentos que são aplicados nas empresas ou fora delas. Ser um profissional da saúde exige atualização constante, para não se tornar obsoleto e não conseguir colocação profissional. 
10. Ser proativo no exercício de suas funções e auxiliar a melhoria dos procedimentos Toda empresa, para se manter e crescer no acirrado mercado varejista farmacêutico, precisa da colaboração de todos os profissionais da equipe, independentemente das funções que realizam, pois em muitas situações o trabalho de um compromete a continuidade pelo outro colega. A falta do produto, a falta de educação e a falta de informação podem comprometer a dispensação de medicamentos e a comercialização de outros itens. Os balconistas precisam ser proativos e dar sugestões para melhorar os processos internos e favorecer o crescimento da empresa.

Desejamos a todos uma Boa Páscoa!

dom, 21/04/2019 - 11:51

Multa por dirigir embriagado!

qui, 18/04/2019 - 11:00
Conselho Nacional de Justiça - CNJ
Quem mistura álcool com direção pode pagar caro - literalmente. Além das penas de detenção ou de suspensão para dirigir, ainda é preciso pagar a multa de até R$ 2.934,70 (http://bit.ly/DirecaoEBebida). Mais importante que não ter esses prejuízos, é evitar acidentes e até a morte. No trânsito, não custa lembrar: se beber, não dirija.

Balconista: atuação indispensável

qui, 18/04/2019 - 07:00

Fonte: Guia da FarmáciaO papel do balconista que atua nas farmácias vai muito além do atendimento ao público. Braço direito do farmacêutico, este profissional ganha cada vez mais importância para o setor
Ele é a primeira pessoa a ter contato com o cliente e, muitas vezes, responsável pela primeira impressão que se tem da farmácia. O balconista representa a própria empresa. Ele é o elo entre o ponto de venda (PDV) e o consumidor e deve encarar essa tarefa com seriedade, profissionalismo e uma boa dose de gentileza. “Ele age como ‘relações públicas’ da farmácia e tem como objetivo o bom atendimento ao cliente, trazendo, assim, bons retornos para a farmácia e para si mesmo”, comenta a consultora especializada em varejo farmacêutico, Silvia Osso. Ela aponta esse profissional como o responsável direto pela venda. “A sua função é mostrar as qualidades e os benefícios dos produtos para que o próprio consumidor possa decidir. Essa relação interfere diretamente na venda ou permanência de um produto nas prateleiras”, diz Silvia.
A especialista completa afirmando que hoje em dia o balconista deve ser muito mais do que um vendedor. “É preciso saber como atender bem o cliente, afinal de contas, muitas vezes um sorriso ou uma cara amarrada pode determinar a compra ou não da mercadoria. Além disso, a maioria dos balconistas deve fazer cursos e se aprimorar, sobretudo porque as exigências do mercado são muitas. Com os conhecimentos adquiridos, conseguem credibilidade junto aos clientes”, recomenda.
Mas não é apenas pelas habilidades como vendedor que esse profissional se destaca. A farmacêutica-bioquímica, docente do Curso Técnico em Farmácia e cursos livres do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de São Paulo (Senac-SP) e de pós-graduações na Universidade Cruzeiro do Sul e autora do livro Balconista de Farmácia, pela Editora Senac-SP, Claudia Caresatto, conta que ele também auxilia o farmacêutico na assistência farmacêutica, atuando principalmente nas etapas de dispensação, conservação e controle de estoque de medicamentos e produtos para saúde (correlatos). “Atuar como balconista em farmácias e drogarias não é como exercer essa mesma função em outras empresas do segmento varejista, como em uma loja de roupas ou sapatos, uma vez que os medicamentos são produtos utilizados na manutenção, prevenção ou recuperação da saúde das pessoas. Se um medicamento for fornecido de forma errada, ou se a concentração estiver equivocada, ou, ainda, se a informação prestada não foi adequada ou de fácil entendimento pelo cliente, o mesmo o utilizará de forma distorcida e poderá ter uma complicação ou agravamento de seu quadro clínico”, comenta Cláudia.
Uma função cheia de nuances e responsabilidades que faz com que o balconista tenha que conhecer bem mais do que o funcionamento de uma farmácia. Ele precisa entender e atender às necessidades do cliente e ainda gerar experiências de compra positivas e capazes de serem transformadas em fidelização.

Quem está acima do Supremo?

qua, 17/04/2019 - 09:56

ENTRE NÓS
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

Mais uma vez o Supremo Tribunal Federal está envolto em um caso no mínimo inusitado, que envolve o inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, para investigar “fake news” e ofensas contra integrantes da Corte.
O ministro autorizou buscas de documentos e arquivos digitais e determinou o bloqueio de contas em redes sociais de investigados e a retirada de reportagem publicada em revista. Ordenou que todos prestassem depoimento à Polícia Federal. Os mandados foram baseados em opiniões negativas dessas pessoas sobre o STF e em ofensas à Corte. Em alguns casos, as buscas se basearam no que o STF considerou ser ameaça ao tribunal.
A decisão de proibir a divulgação de reportagem configura claramente censura, vedada pela Constituição, cujos princípios deveriam ser resguardados exatamente pelo STF e o precedente que se abre com a medida é uma ameaça grave à liberdade de expressão e a democracia. Este imbróglio dividiu o próprio tribunal, que já julgou diversos casos deixando claro que a liberdade de expressão prevalece mesmo sobre outros direitos que a Constituição assegura, de tal maneira que a intimidade e a imagem de pessoas públicas têm uma proteção menor e um escrutínio maior em benefício do bom funcionamento da democracia.
Mais um caso que tira o brilho da corte mais importante do país e que deixa no ar a pergunta: quem está acima do Supremo para dirimir os desvios que ocasionalmente possam ocorrer? Sim porque este não foi o primeiro e certamente não será o último.

Reforma Trabalhista: 12 direitos suprimidos na CLT; saiba quais

qua, 17/04/2019 - 07:00

Fonte: DiapEsse debate é recorrente. Os empresários sempre que se referem à Reforma Trabalhista afirmam, com empáfia, que não houve supressão de direitos. O relator do projeto na Câmara, ex-deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) e atual secretário da Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, disse, nesta terça-feira (16), num debate no Congresso sobre a reforma da Previdência, quando foi questionado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG), Martinho pediu para que Correia apontasse quais direitos haviam sido suprimidos com a Lei 13.467/17, a Reforma Trabalhista.
Diante da pertinência do momento, já que a reforma da Previdência é complementar à Emenda à Constituição (EC) 95/16, como a Trabalhista também o é, listamos, a fim de esclarecer e registrar, os direitos que foram suprimidos com a Reforma Trabalhista, em vigor desde 11 de novembro de 2017.
Clique e leia o artigo completo

Estilo de vida responde por 63 mil mortes de câncer por ano no Brasil

ter, 16/04/2019 - 10:36

Fonte/Imagem: Guia da FarmáciaUm terço das mortes causadas por 20 tipos de câncer no Brasil poderia ser evitado com mudanças no estilo vida. Tabagismo, consumo de álcool, excesso de peso, alimentação não saudável e falta de atividade física são fatores de risco associados a 114 mil casos da doença (27% do total) e 63 mil mortes (34% do total) por ano no Brasil. 
Os dados, publicados na revista Cancer Epidemiology, fazem parte de um estudo realizado por pesquisadores do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e da Harvard University, nos Estados Unidos, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
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