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Atualizado: 17 minutos 56 segundos atrás

Grupo DPSP reformula programa de relacionamento

3 horas 28 minutos atrás

Fonte/Foto: Guia da Farmácia 
Empresa fez parceria com o Dr. Drauzio Varella

Lançado em 2016, o programa de relacionamento “Viva Saúde”, das marcas Drogarias Pacheco e Drogaria são Paulo, foi remodelado e, agora, oferece além de ofertas personalizadas, conteúdos para prevenção e cuidados com a saúde e experiências para promoção de bem-estar. As modificações fazem parte de uma série de ações feitas pelas marcas com o objetivo de proporcionar uma interação cada vez mais personalizada e orientadora a seus clientes. Para disseminar conteúdos relevantes de saúde, a empresa iniciou uma parceria com o Dr. Drauzio Varella.
“Com essa parceria, unimos a força das marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo para disseminar um conteúdo especializado e de qualidade para os mais de 20 milhões de clientes cadastrados no nosso programa de relacionamento”, comenta aGerente Executiva de Marketing do Grupo DPSP – companhia que administra as marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, Thaís Lima. Fonte: Assessoria de Imprensa Grupo DPSP

Desemprego cresce e já atinge quase um terço dos jovens brasileiros

3 horas 34 minutos atrás
Fonte: Estadão
Desde o início de 2016, a desocupação entre os brasileiros de 18 a 24 anos não fica abaixo da casa dos 24%. E, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, essa taxa vem até aumentando: passou de 25% no final de 2017 para 28,1% no primeiro trimestre deste ano. Com a recuperação tímida da economia, o desemprego ainda resiste e deixa marcas nos “filhos da crise” – a geração que chegou ao mercado quando as oportunidades de trabalho tinham sumido.
No fim do ano passado, eram 4 milhões os jovens em todo o País que estavam sem uma ocupação. O número de ocupados como informais também cresceu mais entre esses brasileiros do que nas demais faixas etárias nos anos recentes, de acordo com análise da consultoria LCA a partir dos dados da Pnad.
Com pouca experiência, esses jovens muitas vezes foram empurrados para o mercado de trabalho mais cedo, quando o desemprego atingiu os chefes de domicílio. A taxa de desocupação entre os principais responsáveis pela família mais que dobrou entre o quarto trimestre de 2012, primeiro ano da Pnad, e o fim do ano passado, indo de 3,5% para 7,4%, diz o economista Sérgio Firpo, do Insper. Só na Grande São Paulo, dados do Dieese (que usa metodologia diferente do IBGE) mostram que a taxa de desocupação entre aqueles que têm entre 16 e 24 anos era de 37,4% em março – uma queda em relação ao mesmo mês de 2017, mas 14 pontos porcentuais acima do patamar de 2014, antes da recessão.
Gabriel Almeida, de 19 anos, perdeu seu primeiro emprego há um mês. “Trabalhava em um cartório enquanto termino o ensino médio. Era uma chance de juntar um pouco mais de dinheiro para pagar a faculdade de engenharia. Agora, preciso de outro emprego ou vou ter de adiar a faculdade. Sempre estudei em escola pública, mas nem vou tentar entrar em universidade pública. Passar é difícil demais. Não queria ter mais essa frustração.”
O desemprego de 28,1% para a faixa etária de 18 a 24 anos registrado no primeiro trimestre é quase três vezes maior do que a dos brasileiros que estavam na faixa etária seguinte, entre 25 e 39 anos. “Mesmo passada a crise e com uma melhora mais expressiva do emprego, esses profissionais terão mais dificuldades. A diferença na renda entre alguém que começou a trabalhar durante um período de recessão e a geração que entrou no mercado em anos de bonança perdura por anos”, diz Firpo.

Para tentar contribuir com o orçamento familiar, os brasileiros mais jovens, muitas vezes também foram obrigados a parar os estudos. Mais de 170 mil dos que tinham idades entre 19 e 25 anos, abandonaram seu curso de graduação entre 2016 e o ano passado. Além de postergar a ascensão social desses jovens pelos estudos, esse processo terá grande impacto no futuro.

Passagem pela internet

sex, 18/05/2018 - 05:00
Conselho Nacional de Justiça - CNJ

Federação adota “Day Use” para comerciários curtirem o Centro de Lazer em Praia Grande

qui, 17/05/2018 - 14:31
A diretoria da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo anunciou, na segunda semana de maio, que a partir de agora será possível usar as piscinas do Centro de Lazer dos Comerciários em Praia Grande por apenas um dia, sempre nos finais de semana, sem a necessidade de se hospedar. A prática, uma novidade em termos de lazer, é convencionalmente chamada de “Day Use” (dia de uso).
A abertura das piscinas do Centro de Lazer aos trabalhadores comerciários e seus dependentes se deve aos inúmeros pedidos de sindicatos filiados, bem como à experiência adquirida com o Parque Aquático instalado no Centro de Lazer dos Comerciários em Avaré, o que permitiu estender este benefício aos trabalhadores.
“Esperamos que todos possam aproveitar esta comodidade, cuja reserva seguirá, do mesmo modo que com o Parque Aquático e nossos Centros de Lazer, alguns trâmites e procedimentos, de forma a haver as necessárias organização e segurança tanto para os usuários e hóspedes quanto para o estabelecimento no geral e seus funcionários”, explica o presidente da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta.

Dias de funcionamento: Sábados e domingos. Check in a partir de 9 horas. Check out até às 17 horas.
Restrições: Durante a alta temporada, quando o Centro de Lazer estiver com sua capacidade de lotação esgotada, em algumas datas comemorativas e em eventos específicos.
Valor da diária: R$ 30,00 por pessoa, com direito a almoço no refeitório (exceto bebidas) e eventual recreação que haja na data da visita. Isenções: Crianças com idade menor ou igual a seis anos.
Mais informaçõesOs trabalhadores interessados em passar um dia agradável nas piscinas do Centro de Lazer em Praia Grande devem procurar o Sincomerciários ou o Sinprafarma em sua cidade. As entidades já estão em posse do Regulamento do “Day Use”, que tem todas as regras para os visitantes.

INSS reduzirá agendamento presencial a partir do dia 21

qui, 17/05/2018 - 05:00
Fonte: Ag. BrasilA partir de segunda-feira (21), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de agendar o atendimento presencial para salário-maternidade e aposentadoria por idade urbanos. Agora, o segurado deverá acessar o Meu INSS ou ligar para o 135 e, em vez de agendar uma data para ser atendido, receberá direto o número do protocolo de requerimento, eliminando a etapa do agendamento.
Atualmente, o segurado precisa agendar uma ida ao INSS para levar documentos e formalizar o pedido. Com o novo modelo, ao fazer o pedido, o cidadão acompanha o andamento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135 e, somente se necessário, será chamado à agência.

Nos casos em que as informações previdenciárias necessárias para o reconhecimento do direito já constarem nos sistemas do INSS, será possível então a concessão automática do benefício, isto é, a distância.
Segundo o INSS, com a mudança, não haverá mais falta de vaga e, caso precise ir a uma agência para apresentar algum documento, o cidadão terá a garantia de ser atendido perto da residência. O instituto diz ainda que a mudança representa o fim do tempo de espera para ser atendido.
Atualmente, o Meu INSS tem mais de 7 milhões de usuários cadastrados e é acessível pelo computador ou celular. O sistema, que está sendo aprimorado, conta com um canal que permite ao cidadão acompanhar o andamento do seu pedido sem sair de casa, consultar extratos e ter acesso a outros serviços do INSS.


O instituto vai ampliar cada vez mais a lista de serviços agendáveis. A partir do dia 24, serviços que antes eram prestados somente no atendimento espontâneo serão realizados com dia e horário marcados, bastando fazer seu agendamento pelo Meu INSS ou o telefone 135. Veja a lista dos serviços que passarão a ser agendáveis:
  • Alterar meio de pagamento
  • Atualizar dados cadastrais do beneficiário
  • Atualizar dados do Imposto de Renda – Atualização de dependentes
  • Atualizar dados do Imposto de Renda – Declaração de Saída Definitiva do País
  • Atualizar dados do Imposto de Renda – Retificação de Dirf
  • Cadastrar Declaração de Cárcere
  • Cadastrar ou atualizar dependentes para salário-família
  • Cadastrar ou renovar procuração
  • Cadastrar ou renovar representante legal
  • Desbloqueio do benefício para empréstimo
  • Desistir de aposentadoria
  • Emitir Certidão de Inexistência de Dependentes Habilitados
  • Pensão por morte
  • Emitir Certidão para Saque de PIS/Pasep/FGTS
  • Reativar benefício
  • Reativar benefício assistencial à pessoa com deficiência, suspenso por inclusão no mercado de trabalho
  • Renunciar a cota de Pensão por Morte ou Auxílio-Reclusão
  • Solicitar Pagamento de Benefício não Recebido
  • Solicitar valor não recebido até a data do óbito do beneficiário
  • Suspender benefício assistencial à pessoa com deficiência para inclusão no mercado de trabalho
  • Transferir benefício para outra agência

Motorista X Ciclista

qua, 16/05/2018 - 05:00
Conselho Nacional de Justiça - CNJ

RD: Ex-Raia Drogasil tem lucro líquido de R$121,3 milhões no 1º trimestre

ter, 15/05/2018 - 11:44
A RD, ex-Raia Drogasil, teve lucro líquido de 121,3 milhões de reais no primeiro trimestre, ante 104 milhões de reais no mesmo período de 2017, informou nesta quarta-feira a maior rede de farmácias do país. 
O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da RD somou 272,2 milhões de reais entre janeiro e março, ante 244 milhões um ano atrás.

Resultado representa alta de 16,6% em relação ao resultado obtido pela companhia no mesmo período do ano passado.

Ministério da Saúde quer distribuir mais remédios gratuitos

ter, 15/05/2018 - 11:39
Fonte: Exame.com/c/info jornal O Estado de S. PauloO Ministério da Saúde estuda uma nova mudança no programa Farmácia Popular, que envolve a distribuição de remédios sem custo ou de preço reduzido para o cidadão.
Uma das propostas é estender a gratuidade para os 42 produtos que fazem parte do programa. Hoje, 26 deles já são distribuídos sem nenhum custo para o consumidor. As alterações, no entanto, são criticadas pelo setor farmacêutico.
A estratégia de estender a gratuidade para todo o Farmácia Popular tem como objetivo permitir que os gastos do programa possam ser levados em consideração para o cálculo do mínimo que tem de ser gasto pela União para a área da Saúde.
Hoje, como em 16 produtos há copagamento do consumidor, que arca com 10% do preço do produto, essa despesa não pode ser considerada como gasto em saúde.
A extensão da gratuidade para outros 16 medicamentos seria ainda uma alternativa para o ministério tentar compensar o crescente gasto com o programa. O raciocínio é: se a despesa é inevitável, que ele possa, pelo menos, ser considerado como gasto em saúde. Ao mesmo tempo, a pasta quer reduzir os custos. Cálculos do setor produtivo indicam que o gasto com o Farmácia Popular cresceu 274% entre 2011 e o ano passado.
De acordo com o ministério, dos R$ 2,8 bilhões do Farmácia Popular, apenas R$ 1,2 bilhão é empregado na compra de medicamentos. Aproximadamente R$ 800 milhões são usados para pagar impostos e os R$ 800 milhões restantes, para pagar o setor varejista. No programa, farmácias credenciadas podem vender remédios contidos em uma lista preparada pelo ministério com descontos de 90%. Alguns medicamentos para asma, hipertensão e diabetes são dados de forma gratuita.
O valor da diferença ou o preço total, no caso dos remédios gratuitos, é pago pelo Ministério da Saúde. O problema é que, com essa transação, o governo acaba arcando indiretamente impostos que o setor varejista paga para Estados. Para tentar evitar esses impostos, a alternativa estudada é que a pasta se encarregue de fazer a compra para distribuição nas farmácias credenciadas. A ideia se assemelha a que foi cogitada pelo ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB), mas abandonada por esbarrar em problemas jurídicos. O Farmácia Popular é um dos programas federais de saúde com mais popularidade na classe média.
Resistência Ministro da Saúde que assumiu há pouco mais de um mês, Gilberto Occhi, já começou a sondar o setor produtivo. O presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini, avisou ser contrário. “A coparticipação existe em todos os países e evita desperdícios”, defendeu.

“Hoje, todos podem participar do programa. Basta ter uma receita, seja de médico particular ou da rede pública”, observou Sérgio Mena Barreto, da Associação Brasileira da Rede de Farmácia e Drogaria (Abrafarma). “Já alertamos que a mudança é insustentável. Vai haver descredenciamento em massa assim que as farmácias esgotarem seus estoques e tiverem de fazer novas compras.”

Desconto em Óticas

ter, 15/05/2018 - 10:00


PL torna obrigatório exame oftalmológico dos empregados

ter, 15/05/2018 - 05:00
Fonte: CNTCA Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) aprovou na última quarta-feira (09/05) o Projeto de Lei 3550, de 2015, de autoria do deputado Bacelar (PODE-BA), que torna obrigatório o exame oftalmológico dos empregados. 
Desse modo, acrescenta parágrafo ao art. 168 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O deputado Hiran Gonçalves (PP-RR) apresentou parecer pela aprovação e foi aprovado por unanimidade. 
Conheça aqui o projetoConheça aqui o relatório

Exames Laboratoriais

seg, 14/05/2018 - 09:30

É crime!

seg, 14/05/2018 - 09:17
Conselho Nacional de Justiça - CNJ

Feliz Dia das Mães!

dom, 13/05/2018 - 09:21

Auxílio Social

sex, 11/05/2018 - 11:00
✅ Sem Limite de Idade;

✅ R$ 2.000,00 de cobertura;

✅ Morte Natural e/ou Acidental. Ainda não é SÓCIO? Entre em contato pelo fone: (13) 3285-1325 
Está em dúvida se já é ou não SÓCIO, mande um Whatsapp para 99711-2276 ou ligue 3285-1320.

Como ficou a situação de férias, continuarão de 30 dias ou poderão ser parceladas?

sex, 11/05/2018 - 05:00

Fonte: Diap/Cartilha Reforma Trabalhista e seus reflexos sobre os trabalhadores e suas entidades representativasAs férias são um direito do trabalhador que devem ser gozadas nos 12 meses subquentes à data em que o direito foi adquirido, e sua remuneração deve ser acrescida de um terço. Como regra são concedidas pelo empregador por um período de 30 dias corridos ou, em caso excepcional, divididas em dois períodos, nenhum dos quais poderá ser inferior a 10 dias corridos.
Com a nova lei, desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um.
O empregado, como titular do direito às férias, deve sempre procurar a melhor forma e o melhor período para gozá-las, integral ou parceladamente, mas a sua divisão ou não deve ser uma decisão do trabalhador.
Nas atividades em que há férias coletivas, é sempre importante uma cláusula no acordo para preservar o interesse da categoria, em geral, e do trabalhador, em particular.

Cresce número de acordos com reajustes acima da inflação, diz Dieese

qui, 10/05/2018 - 15:29
Fonte: DieeseNa data-base fevereiro, negociações com aumento real representaram 80,8% do total no mês e, na data-base janeiro, 77,7%. A proporção de reajustes abaixo do INPC-IBGE vem caindo. Foram 2,3% em março, diante de 10,6%, em janeiro, e 7,7%, em fevereiro.
No geral, a variação real média dos reajustes foi de 0,92% sobre o INPC-IBGE. Pisos – O comportamento dos pisos apresentou poucas mudanças. O maior continua no valor de R$ 2.962,00 (3,1 salários mínimos); e o menor, equivalente a um salário mínimo. O valor médio dos pisos salariais em 2018 é de R$ 1.110,07 (1,16 salário mínimo). O valor mediano, de R$ 1.061,00 (1,11 salário mínimo).
Os dados são preliminares e podem mudar à medida que novas negociações forem finalizadas.
Cadernos de Negociação Diante da atual conjuntura econômica e no mundo do trabalho, novos instrumentos para preparar a classe trabalhadora para os embates e negociações devem ser elaborados. Para atender a essa necessidade, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) lançou em novembro de 2017 o Cadernos de Negociação, que reúne sínteses de diversos indicadores elaborados pela instituição e informações sobre o mundo do trabalho e economia.
Através das publicações elaboradas pelos técnicos do Dieese, os dirigentes e lideranças sindicais têm acesso, de modo prático, a informações essenciais para o debate com os representantes patronais, como preços e inflação; mercado de trabalho; desempenho do PIB; desempenho fiscal dos entes públicos; legislação, entre outros.
Segundo Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do DIEESE, a proposta é “reunir mensalmente informações estratégicas para subsidiar as negociações coletivas”.

Farmácias clínicas quase triplicam em um ano

qui, 10/05/2018 - 15:07
Fonte: Guia da Farmácia c/info Snif BrasilO número de lojas com salas de serviços farmacêuticos quase triplicou no último ano, saindo de 605 para 1.653, segundo dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Até o fim do ano, a projeção da entidade é chegar a 2.100 espaços do gênero operando programas de assistência farmacêutica avançada.
Em 2017, o número de atendimentos nesses espaços ultrapassou 1,4 milhão. “Como nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra, as farmácias brasileiras estão implantando salas de serviços farmacêuticos de norte a sul do país, que já vêm contribuindo para um aumento exponencial do acesso da população à saúde. Além disso, estimulam uma maior interação entre farmacêuticos, médicos e pacientes, o que ajuda a desafogar o sistema público”, ressalta o presidente executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.
Do total por região, o Sudeste concentra 683 unidades (41%), seguido por 433 no Nordeste (26%), 322 no Sul (10%), 110 no Norte (7%) e 105 no Centro-Oeste (6%).

Assistência Funerária

qui, 10/05/2018 - 11:00
✅ Sem Carências;

✅ Sem Limite de Idade;

✅ Atendimento Nacional.

Ainda não é SÓCIO? Entre em contato pelo fone: (13) 3285-1325

Está em dúvida se já é ou não SÓCIO, mande um Whatsapp para 99711-2276 ou ligue 3285-1320.

Multiparentalidade

qui, 10/05/2018 - 05:00
Conselho Nacional de Justiça - CNJ

Mãos à obra!

qua, 09/05/2018 - 15:14
ENTRE NÓS
Jaime Porto
Presidente Sinprafarmas

A estudante Júlia, de 6 anos, surpreendeu os familiares ao pedir para não ir mais à escola. A menina alegou que desistiu de frequentar as aulas em razão das condições da escola que, segundo ela, estão 'muito ruins'. O pátio é muito sujo, as carteiras estão sujas e a cortina da sala está caída. A quadra de esporte não tem cobertura e é ruim.

Parece inacreditável que uma menina de 6 anos não queira ir à escola porque lá é tudo muito ruim! Mas, esta é a realidade em muitas escolas brasileiras que têm problemas graves de infra-estrutura, nas redes hidráulicas, elétricas, goteiras e outros mais. Cabe ao município, exercer pressão sobre o governo do Estado para que sejam sanados os problemas físicos que afligem estas escolas. 
Entretanto, só isto não basta; é necessário que a escola tenha coragem e procure o apoio da comunidade, chamando os pais para dentro da escola, pois eles são os principais interessados, os melhores fiscais e os maiores aliados na busca de uma escola melhor. Sem a ajuda da comunidade é praticamente impossível mudar uma escola. E quando a comunidade percebe que a escola está sendo bem gerida, ela participa sem hesitação, acredita no trabalho e passa a defender a proposta da escola.

Ninguém terá mais forças, para “exigir” daqueles que têm obrigações a cumprir e ajudar dentro de todas as suas possibilidades, do que a própria comunidade! Não dá para esperar que o incentivo para esse tipo de coisa venha de cima, é preciso arregaçar as mangas e trabalhar.

Mãos à obra!