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Atualizado: 42 minutos 24 segundos atrás

O impacto do ambiente digital na compra de itens de cuidados pessoais

2 horas 12 minutos atrás

Fonte/Imagem: Guia da FarmáciaNão é novidade que a internet já reformulou os hábitos e comportamentos da população, que incorporou o ambiente digital como parte da vidas. No que diz respeito à penetração de usuários de internet, os brasileiros aparecem com 71%, em comparação à média de 55% do público mundial.
A pesquisa Connected Life, da Kantar, detectou que existe um gap de 31% na compra da categoria de cuidados pessoais no ambiente digital. O estudo revela que 59% dos brasileiros pesquisam mais de uma vez por semana por produtos neste segmento, sendo que 28%, efetivamente, compram no on-line, o que demonstra uma quantidade expressiva de possíveis clientes no e-commerce.

Ambiente digital traz oportunidades ao varejo físico
Por outro lado, considerando que a influência digital cresce de forma rápida, ela também influencia a compra off-line, uma vez que muitas pessoas pesquisam no on-line o que vão comprar na loja física. “Por mais que a compra on-line ainda seja pequena, a presença no ambiente digital – com campanhas, nas redes sociais ou mesmo no e-commerce -, é fundamental para todas as marcas, já que esta exerce grande impacto na compra, independentemente de onde ela é finalizada (on-line ou off-line)”, explica a diretora de marca e e-commerce da Kantar, Luciana Piedemonte. O estudo ainda detalha o gap potencial das subcategorias dentro de cuidados pessoais, como: cosmético (32%), perfume (33%), cuidado facial (36%), pele (40%) e cabelo (44%).
Analisando um pouco mais a categoria de cuidados com o cabelo, vê-se uma enorme gama de touchpoints, com este consumidor cada vez mais conectado. São, em média, 21 pontos de contato, sendo apensas ¼ deles no ambiente digital. Assim, as marcas de produtos para o cabelo têm muitas oportunidades para influenciar o shopper em momentos diferentes da jornada de compra, o que torna complexa a definição de onde focar esforço e investimento para influenciar esse comprador. “As consumidoras têm uma grande interação com essa categoria. Tanto antes quanto no momento da compra, são três vezes mais pontos de contato do que a categoria de refrigerante”, finaliza Luciana.

Falácia e Agressões contra o trabalhador!

2 horas 17 minutos atrás

ENTRE NÓSJaime PortoPresidete Sinprafarmas
Como não consegue impor limites à sua gastança, o governo pretende tirar do lado menos protegido, através da reforma previdenciária. O intuito é tornar mais difícil a obtenção das condições mínimas para a aposentadoria, fazendo da reforma um problema unicamente fiscal, sem levar em conta o enorme problema social que estará sendo criado.
Além de ter um caráter excludente a situação dos trabalhadores será ainda mais agravada por causa da Reforma trabalhista aprovada em 2017, que ampliou a precarização e tornou mais difícil conseguir um emprego com carteira assinada ou por períodos maiores.
Que o déficit da previdência beira as margens de um mito, já foi provado por A + B, é apenas um fluxo de caixa, um critério contábil, tratando-se do volume de entrada de contribuições menos os pagamentos dos benefícios, conta essa de fato é negativa. Entretanto, consta na constituição de 1988 recursos adicionais para a Previdência, justamente para evitar que o sistema entrasse em colapso. Assim além das contribuições de empregados e empregadores, outras fontes de financiamento, como tributos sobre o faturamento e o lucro das empresas também foram definidos. Se a legislação estivesse sendo cumprida, as contas da Previdência seriam superavitárias desde 1988.
O argumento do déficit é uma mentira que vem sendo contada há anos a fio, porque o governo não cumpre sua parte de obrigações estabelecida pela Constituição, que determina que a seguridade deve ser financiada por empregados, empregadores e governo, através de impostos, como está claro nos artigos 194 e 195.
E, agora, chegamos a este ponto insustentável de falácia e agressões contra o trabalhador.

País cria 173 mil empregos, maior resultado para fevereiro desde 2014

10 horas 40 minutos atrás

Fonte: Ag BrasilO país registrou, pelo terceiro mês seguido, a criação de empregos com carteira assinada. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, o saldo positivo de emprego formal chegou a 173.139 no último mês. Esse foi o maior saldo positivo para fevereiro desde 2014 (260.823). 
O resultado decorreu de 1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões. O estoque do emprego formal alcançou 38,6 milhões de postos de trabalho. Nos dois meses do ano, o saldo de geração de empregos formais chegou a 211.474. Nos 12 meses terminados em fevereiro, foram criados 575.226 postos de trabalho.

Milhares de pessoas tomam as ruas do país contra o desmonte da Previdência

seg, 25/03/2019 - 10:40

Fonte: Brasil de FatoNo dia nacional de Luta em defesa da Previdência, manifestações ao redor do país reuniram milhares de pessoas durante toda a sexta-feira (22/3). Os atos foram organizados por dez centrais sindicais e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e são uma resposta à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 6/2019, enviada em janeiro ao Congresso Nacional pelo governo Jair Bolsonaro (PSL). Sindicalistas e ativistas querem barrar o avanço da PEC e criar força social para uma greve geral nos próximos meses.

Frente Parlamentar pela Previdência cobra diálogo com o governo para debater reforma

sex, 22/03/2019 - 07:00


Entidades sindicais, parlamentares e associações de diversas categorias se reuniram dia 20/março, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília, para o lançamento da Frente Parlamentar Mista da Previdência Social e do seminário “PEC 06/2019: O desmonte da Previdência Social Pública e Solidária. Durante os discursos, os participantes defenderam a unidade de todos os parlamentares e entidades sindicais contra a reforma da Previdência.

Participe desta luta!

qui, 21/03/2019 - 12:23

Enfraquecer para subjugar1

ter, 19/03/2019 - 10:01
ENTRE NÓS Jaime Porto Presidente Sinprafarmas 
A Medida Provisória 873, publicada no escurinho do Carnaval, altera as regras da constituição sindical e é inconstitucional porque fere o artigo número 8 da Constituição Federal ao promover interferência na organização sindical brasileira.
Confronta ainda a orientação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e fere a livre negociação. Também é irregular tratar o tema por meio de MP, pois, claramente, não é matéria de urgência e relevância.
A União Geral dos Trabalhadores (UGT) vai entrar na Justiça contra esse absurdo e a nossa entidade vai discutir o assunto com deputados e senadores, no Congresso, para que haja respeito às negociações coletivas e à Constituição brasileira.
Somos favoráveis ao diálogo com o Governo, mas entendemos que essa e outras medidas são uma escalada para eliminar os trabalhadores, ou suas organizações, uma das colunas da democracia.” (Nota UGT)
É lamentável que mais uma vez os trabalhadores sejam obrigados a recorrer à Justiça contra medida arbitrária elaborada pelo governo federal, para atingir os representantes dos trabalhadores, uma amostra de que o presidente pretende dar continuidade ao execrável habito de legislar através de canetadas.
Os ataques aos trabalhadores brasileiros tem sido extremamente duros, mas continuamos em combate, através dos grupos de assessores jurídicos de todas as entidades brasileiras, que nos fornecem as orientações necessárias para o enfrentamento da MP 873, uma medida inconstitucional e antidemocrática que afeta a liberdade e autonomia das entidades sindicais.
A reforma trabalhista, a reforma previdenciária e agora a esta medida provisória, fazem parte de um conjunto de medidas que retiram direitos dos trabalhadores brasileiros, visando enfraquecer a classe para desobstruir o caminho a fim de cumprir a palavra empenhada com a classe capitalista de lhe entregar a economia brasileira em uma bandeja de ouro.

MIPs já representam 31% do mercado farmacêutico

ter, 19/03/2019 - 09:37

Fonte: Panorama Farmacêutico
Com mais de 1,25 bilhão de unidades comercializadas e faturamento de R$ 14,2 bilhões em 2018, os medicamentos isentos de prescrição (MIPs) já representam 31% do mercado farmacêutico brasileiro, de acordo com dados da IQVIA. Os medicamentos mais vendidos dessa categoria são para tratamentos de dor, febre, gripes e resfriados, além de problemas gastrointestinais.
Segundo Marli Sileci, vice-presidente executiva da Associação Brasileira da Indústria dos Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), o uso de MIPs gera uma economia de R$ 364 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS). “Para cada R$ 1 gasto com esses remédios, são economizados até R$ 7, com diminuição substancial do número de visitas desnecessárias às unidades de pronto-atendimento e do volume de exames laboratoriais, aliada à maior produtividade profissional”, acrescenta.

Vim, vi, perdi: a curta e conflituosa passagem da CVS pelo Brasil

ter, 19/03/2019 - 09:26

Fonte/Imagem: Exame Maior rede de farmácias dos EUA vendeu a rede brasileira Onofre para se concentrar em desafios muito maiores em seu país de origem. A CVS, maior rede de farmácias dos Estados Unidos, levou cinco décadas para investir fora de seu país. Havia, portanto, uma enorme expectativa quando a varejista anunciou, em 2013, a compra da brasileira Onofre, tradicional rede de farmácias controlada desde 1934 pela família Arede. Mas nada deu certo!
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Medicamentos terão reajuste de 4,33% em 2019

ter, 19/03/2019 - 09:15

Fonte/Imagem:  Guia da Farmácia c/info DOU e SindusfarmaConforme o comunicado da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) n. 03, de 15/03/2019, publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 18/3, o valor resultante da aplicação da fórmula disposta no anexo da Resolução CMED n. 01 de 23/02/2015 ficou em 4,33% (linear), segundo divulgado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma).

Dados Pessoais na Internet

ter, 19/03/2019 - 07:00
Conselho Nacional de Justiça - CNJ
Se os dados são pessoais, nada mais justo que protegê-los, certo? 
Cada vazamento ou utilização indevida de informações pode gerar muitos problemas. 
Então fique atento para as dicas: 
- Evite deixar as senhas gravadas em computadores e celulares; 
- Atualize os softwares que você usa no dia a dia; 
- Não divulgue telefone, endereço, senhas e fotos íntimas; 
- Leia os termos de uso antes de baixar aplicativos; 
- Cuidado ao baixar arquivos. Eles podem conter vírus ou materiais impróprios. 
- Marque aqui aquele amigo que precisa tomar mais cuidado na internet!

Centrais sindicais convocam greve contra reforma da Previdência

seg, 18/03/2019 - 10:17

Fonte: Estado de S.Paulo
As centrais sindicais estão convocando os trabalhadores de várias categorias para uma greve geral na sexta-feira, 22, em protesto contra a reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro. 
Estão mobilizadas para o evento a CUT) Força Sindical, CTB, UGT, CSB, Intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST) 

Além das centrais sindicais, movimentos populares, estudantis, dos aposentados, de mulheres, entre várias outras organizações sociais, devem tomar as ruas do país nesse dia, em defesa da aposentadoria e dos direitos da classe trabalhadora.

A mobilização do dia 22 será um ensaio para uma parada maior, programada para junho. "É um aquecimento rumo a uma greve geral contra a Proposta de Emenda à Constituição 06/2019, que acaba com os principais direitos previdenciários do povo brasileiro", critica a Federação Nacional dos Petroleiros -FUP, destacando que a proposta do atual governo é pior que a do governo passado, que foi derrubada pelos trabalhadores, após uma greve em abril de 2017, que protestava também pela reforma trabalhista que no entanto foi aprovada. 

Além do dia de mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares, seja em suas bases ou nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se "votar, não volta", afirma a FUP em seu site. 

MP 873 pode agravar recessão econômica brasileira

qui, 14/03/2019 - 07:00

As centrais sindicais, reuniram-se dia 12/mar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para tratar da Medida Provisória (MP) 873, publicada pelo Diário Oficial da União no último dia 1º de março, que, de maneira inconstitucional, fere os princípios da liberdade e autonomia sindical, além de não cumprir os requisitos de urgência necessários à edição de uma MP.
De acordo com a nota das entidades sindicais, existe uma grave contradição entre a MP e as Convenções 95, no artigo 8º, a 98, a 144, no artigo 2º, a e a 151, todas da Organização Internacional de Trabalho (OIT) e também afronta os artigos 7º e 8º do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC).
Portanto, a Medida Provisória do governo Bolsonaro, segundo a entidades, “levará o Brasil a uma recessão econômica ainda mais drástica do que a ora vivenciada, dificultando a retomada do desenvolvimento e agravando o desemprego”.
Reiterando o compromisso com a nação brasileira por uma sociedade mais justa, equilibrada, humana e com oportunidade para todos, as entidades pediram a devolução ou suspensão da MP 873.
O presidente do Senado constituiu uma comissão formada por senadores que irá analisar e emitir uma posição sobre a MP.

Basta ao feminicídio!

qua, 13/03/2019 - 15:42
Conselho Nacioanl de Justiça - CNJ
Parem de matar as mulheres

O número de casos de feminicídio que chegam ao Poder Judiciário tem aumentado a cada ano. Em 2018, o aumento foi de 34% em relação a 2016, passando de 3.339 casos para 4.461. São casos de assassinato cometido contra a mulher, considerado crime hediondo e tipificado pela Lei n. 13.104/2015, pela condição de ser mulher.

Raia Drogasil compra Onofre e cria gigante de farmácias

ter, 12/03/2019 - 10:53

Fonte/Imagem: ExameA rede de farmácias Raia Drogasil anunciou no fim da tarde desta terça-feira que comprou a rede de farmácias Onofre, controlada pela americana CVS no Brasil. As conversas entre as duas companhias começaram poucos dias antes do Natal, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. A CVS chegou a oferecer a rede para companhias brasileiras. No pregão desta terça-feira, as ações da Raia Drogasil subiram 3,3% na B3.
O negócio uniu a maior rede de farmácias do país a uma companhia focada em São Paulo, que vinha investindo pesado na operação online nos últimos anos. Com 50 unidades, sendo 47 em São Paulo, a Onofre era a primeira investida da CVS fora dos Estados Unidos. A gigante americana faturou cerca de 200 bilhões de dólares no ano passado. A Onofre foi comprada pela CVS em 2013, por cerca de 700 milhões de reais. Mas a empresa ficou pequena para o tamanho dos desafios no mercado brasileiro.
Fundada em 1934 no Rio de Janeiro, a Onofre foi administrada pela família fundadora, a Arede, até a venda. Sob comando americano, enquanto as concorrentes disputavam os bons pontos disponíveis para abrir centenas de lojas, a Onofre passou por uma reestruturação nos últimos anos. Revisou processos, trocou equipe, mudou o interior e a marca das lojas e reforçou seu foco em vendas online e oferta de serviços — nos EUA, as unidades da CVS aplicam até vacinas. Em 2018, metade das vendas da varejista passaram a vir da internet.

A compra foi cercada por polêmicas. A CVS a questionou o valor do acordo, de 670 milhões de reais por 80% da rede. Quando algumas parcelas deixaram de ser pagas, em 2016, a família Arede entrou com um processo de arbitragem na Câmara de Comércio Brasil–Canadá contra a CVS. A Onofre nunca confirmou a arbitragem.
Enquanto isso, o mercado de farmácia crescia alucinadamente, puxado pela Raia Drogasil. De 2012 para cá, as receitas do setor aumentaram 62%. A Raia Drogasil passou de 864 para 1.825 lojas no período, e viu suas receitas passarem de 6 para 15,5 bilhões de reais em 2018, alta de 12%. O lucro no ano passado foi de 548,6 milhões de reais, crescimento de 7%. A participação de mercado da Raia Drogasil é de 12,9%. A segunda colocada do setor é a Pacheco São Paulo, que dobrou de tamanho em cinco anos, para 10 bilhões de reais.

Pague Menos inaugura a maior farmácia das Américas

ter, 12/03/2019 - 10:45

Fonte/Imagem: Guia da Farmácia
Fortaleza (CE), cidade de origem da rede Pague Menos, foi a escolhida para receber a loja número mil da única varejista farmacêutica presente em todas as unidades da federação. Com três andares e mais de 2 mil metros² de área construída, a unidade é considerada a maior farmácia das Américas e oferece serviços diferenciados para os clientes, como gôndolas interativas, cafeteria, salão de beleza, consultórios farmacêuticos com serviço de exames rápidos, vacinação entre outros. 
A unidade é comemorativa ao marco de 1000 lojas da rede, por isso, foi estruturalmente desenvolvida como uma flagship store, oferecendo uma experiência diferenciada de compra, alinhada com as principais drugstores norte-americanas.

Saiba mais

Ditadura feroz do Capital sobre o Trabalho

ter, 12/03/2019 - 10:40
Entre NósJaime PortoPresidente Sinprafarmas
Já está bem claro o propósito do “capitão” eleito para governar o Brasil: implantar a ditadura do Capital sobre os trabalhadores de forma definitiva. O Brasil tem mais de 12 milhões de desempregados, de acordo com Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e 4,8 milhões de desalentados, que desistiram de buscar uma ocupação, o que signifca quase 40 milhões de pessoas sem renda fixa e nem perspectiva de futuro, além de aumento do número de trabalhadores precarizados, sem garantias.
Diante desse quadro, o presidente recém-eleito, anuncia o fim do Ministério do Trabalho e Emprego; a reforma da previdência com a implantação da regra: cada um por si e que se dane; restrição do acúmulo de pensão com aposentadoria, isenções milionárias para montadoras sem contrapartida de geração de empregos; desvio do dinheiro do pré-sal destinado à educação, para os financistas; extinção da justiça do trabalho; dificuldades ao acesso a benefícios previdenciários como auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, salário-maternidade e auxílio-reclusão; entre outras medidas que ainda virão.
Todas as ações do presidente sinalizam para o fim dos direitos que sobraram aos trabalhadores e não foram retirados pelo governo Temer, do qual o presidente eleito é a continuação piorada, ainda mais antinacional, antitrabalhista, antidemocrática e antipopular.
O Executivo, está pronto a atender as bancadas da bala, da bíblia e do boi, não pretende dialogar com os trabalhadores sobre as políticas de salário mínimo, aposentadoria, férias, registro no emprego. Pelo contrário, que retirar ou reduzir esses direitos, como já afirmou o novo vice-presidente, Mourão, que pretende liquidar com o 13º. 
Num país com 43% dos trabalhadores e trabalhadoras na informalidade, a fiscalização aos direitos trabalhistas não será necessária porque não haverá praticamente nada a fiscalizar e o trabalho escravo poderá florescer novamente.
O governo eleito legitimamente através do voto vai se firmamdo como uma ditadura feroz do capital sobre o trabalho.

Centrais sindicais 'tomarão todas as medidas contra MP 873

ter, 12/03/2019 - 07:00
Dentre as orientações aprovadas na reunião estão a denúncia contra o governo à Organização Internacional do Trabalho (OIT) pelas práticas antissindicais direcionadas contra as organizações dos trabalhadores e seus representados. E, ainda, atuar no Congresso “para derrotar a MP 873”, diz a nota.
No aspecto legal/jurídico, as centrais orientam as entidades nacionais de trabalhadores, as confederações em particular, a ingressarem no Superior Tribunal Federal (STF) com ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) contra a medida provisória.
As decisões foram tomadas de forma unitária e consensual pelos 9 representantes das centrais sindicais, que se fizeram representar na reunião.
A MP foi editada na última sexta-feira (1º), às vésperas do Carnaval e pegou a todos de surpresa. O governo não dialogou com o movimento sindical, representado pelas centrais sindicais. Assim, conclui-se que o objetivo do Planalto é enfraquecer uma das pricipais forças que se opõe à reforma da Previdência, nos termos em que o texto foi encaminhado ao Congresso Nacional, no dia 20 de fevereiro.
Os representantes sindicais reforçaram a convocação, para o dia 22 de março, do “Dia Nacional de Lutas contra o fim das Aposentadorias e por uma Previdência Social Pública, quando serão realizados atos públicos, greves, paralizações e mobilizações contra o projeto da reforma da previdência do presidente Bolsonaro.”