SINPRAFARMAS

Sindicato dos Práticos de Farmácia e dos Empregados no Comércio de Drogas, Medicamentos e Produtos Farmacêuticos de Santos e Região

Entre Nós

Jaime Porto

Presidente Sinprafarmas BS

A CLASSE TRABALHADORE É LUTA!

O PSL e a Rede registraram maior crescimento no Senado, com a ocupação de 4 novas cadeiras cada. O PSD ganhou 2 e poderá obter outra, a partir de 2019, caso o senador Antonio Anastasia (PSDB) seja eleito para o governo de Minas Gerais. O MDB foi o partido que mais perdeu cadeiras, 7 no total. Na sequência aparece o PT, que perdeu 3, o PSDB e o PSB, que perderam 2 cada.

O Senado será fragmentado na próxima legislatura: passa de 17 para 22 partidos com representação na Casa. As maiores bancadas continuarão sendo do MDB (11) e do PSDB (8), sendo que o PSD (7) passará a ser a 3ª maior bancada, superando PT e PP, com 6 cada, dividindo a 4ª posição.

Nomes de peso no Senado, como o atual presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB-CE), além de Romero Jucá (MDB-RR), Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), Edison Lobão (MDB-MA), Garibaldi Alves Filho (MDB-RN), Jorge Viana (PT-AC), Magno Malta (PR-ES), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Cristovam Buarque (PPS-DF), não foram reeleitos para a Casa. (Ag. Diap)

Infelizmente, a demanda por renovação política, ainda não aconteceu e o perfil da maioria dos novos eleitos continua o mesmo, assim como os grupos que representam. Na verdade esta eleição nos mostrou apenas uma circulação do poder que trocou de mãos.

Os trabalhadores do Estado de SP tiveram a percepção e o bom senso de eleger um representante digno no Congresso, Luiz Carlos Motta, o presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de SP - Fecomerciários. Entretanto a bancada trabalhista foi reduzida de 51 deputados para 33, uma perda lamentável na força de defesa dos trabalhadores, o mesmo acontecendo no Senado Federal, que de 9 passou a ter apenas 2 senadores ligados à causa trabalhista.

Os trabalhadores depositam grandes esperanças em sua reduzida representação e incentivam os parlamentares a não se deixar abater, ao contrário, que extraiam força da adversidade, afinal, a classe trabalhadora é LUTA!